quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Que nervos!!
Depois de dois dias sem ver o meu filho, de mais de 1500 km percorridos, de saber que tenho biliões de trabalhos para entregar e que vou ter que os fazer nas horas que supostamente deveria descansar, ouvir as frase habituais de "tens que dar graças por ter trabalho que isto está muito mal" só me dá vontade de começar à estalada!!! É pá eu sei que a taxa de desemprego está a subir para valores assustadores, que a crise anda por aí, mas bolas, estou cansada, estou a precisar de ter a cabeça limpa, preciso de tempo para mim, preciso de estar mais disponível para o meu filho. É só isso.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Contribuinte exemplar
Nada melhor para começar o dia do que receber um email da DGCI a relembrar-me que tenho até ao dia 15 para entregar a declaração do IVA e proceder ao respectivo pagamento. Aguardo ansiosamente o email da SS a avisar-me que até à mesma data terei que liquidar a contribuição mensal e já agora outro da DGCI a informar-em que estou em falta com o Imposto Único de Circulação, cuja módica quantia é de 149 euros!!!!! Num prazo de uma semana as minhas parcas economias irão todas para o Estado amigo. Acreditem que me estou a conter para não deixar aqui uma enxurrada de asneiras.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Emoções
Na terça feira, dia de ginástica na escolinha, emocionei-me quando, ao deixar o meu filho, lhe vi a expressão de felicidade ao entrar na sala e juntar-se aos amigos (é assim que ele se refere aos outros meninos da sua sala).
Ontem, dia de passeio ao Oceanário, emocionei-me quando vi a expressão de felicidade do meu filho ao entrar na "carroneneta". Em ambos os momentos, por uns segundos, desejei que o tempo parasse.
Ontem, dia de passeio ao Oceanário, emocionei-me quando vi a expressão de felicidade do meu filho ao entrar na "carroneneta". Em ambos os momentos, por uns segundos, desejei que o tempo parasse.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Um bocadito mais de sorte, pode ser? ou é pedir muito?
Em Outubro do ano passado o meu estimado carro, companheiro de tantas viagens, "pifou". Duas semanas após uma revisão na marca, o motor "foi-se" (obviamente que estou em litígio com aqueles c$%#). Uma semana antes tínhamos fechado negócio para a compra de um carro de família. Perante este cenário, em vez de um, comprámos dois. Resultado: despesa acrescida e inesperada. Uns dias antes do Natal bateram-nos no carro de família - apenas chatice mas nada de despesas. Na sexta feira foi a minha vez, bati na traseira dum carro -agora para além da chatice já vou ter despesa. Estou farta de carros, de seguros, de batidas, de tudo e tudo!!!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Pensamentos
Por vezes dou por mim a olhar para o meu filho e a pensar que cada vez estou mais convicta que são mais as características de personalidade que herdamos, do que as que adquirimos ao longo da nossa existência.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Hello and Goodbye
Estas foram as primeiras palavras em Inglês que o meu lindo filho aprendeu no infantário. Confesso que me faz alguma confusão que crianças, que ainda não falam bem o português, comecem a aprender outra língua, mas que lá que gostei de o ouvir falar, lá isso gostei!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
É tão verdade
Mimika como os comentários estão off não pude pedir-te autorização, mas gostei tanto que não pude deixar de o publicar. Espero que não leves a mal.
Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples facto de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade.
Pablo Neruda
Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples facto de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade.
Pablo Neruda
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