quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Público versus Privado
A propósito dos comentário a este post da Cócó na Fralda ocorreu-me que
ainda não tinha aqui exposto as minhas "preocupações" em relação ao
filho. A verdade é que, se houver vagas, em Setembro ele entra para escola
primária. E é óbvio que já ando a sofrer um pouco por antecipação. Por aqui não
há muitas alternativas, ou um complexo escolar (com carradas de meninos), ou
outra escola mais antiga e tradicional (a escolha mais provável) ou um colégio
privado que vai só até ao quarto ano (este descartado, pois o João andou lá no
primeiro ano de creche e não gostei). Há poucos meses atrás cheguei a por a
hipótese de o inscrever num colégio em Lisboa, uma loucura atedendo a que, nem
eu, nem o pai trabalhamos lá e seriam 80 km todos os dias. Felizmente, graças à
crise e ao bom senso do meu marido, lá me convenci que será para uma escola
pública que ele irá. A verdade é que sempre fui defensora do ensino oficial,
foi lá que sempre andei, e considero que me preparou convenientemente para o
futuro. Não nego que o que me impulsiona não é a qualidade do ensino mas a
segurança. Não tenho ilusões, se não for bem acompanhado em casa, tanto faz
andar numa pública como numa privada. Agora a questão da segurança apavora-me,
ele ainda é tão pequeno, tem sido tão protegido, está neste colégio desde o ano
e meio de idade, onde não frequentam mais de 20 meninos, e de repente vai para
uma espaço maior, com muitas mais crianças, com outro ambiente, outras
regras... enfim, é uma preocupação, não nego. Mas depois penso que também me
custou, é curioso mas tenho memória do meu primeiro dia de escola, lavada em
lágrimas e agarrada às pernas da minha mãe. Apanhei uma besta adepta das reguadas,
convivi com a descriminação (social) tão ´frequente nos meios mais pequenos. Apanhei
as diferenças no tratamento dos meninos filhos de Sr. Professores, ou de
Sr.Eng. relativamente aos meninos filhos da costureira, ou do sapateiro. E sobrevivi. Porque haveria de
ser diferente com o meu filho? são outros tempos, eu sei, mas cá estaremos para
o apoiar.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Há quem diga que hoje é o dia do amor
Hoje está ser um dia emocionante, todo ele dedicado às burocracias. De manhã, rumei à Segurança Social cá do burgo, a ver se consigo diminuir a minha contribuição à SS. É que, com o novo código contributivo, os trabalhadores independentes são taxados de acordo com os últimos rendimentos declarados. Ora como os últimos rendimentos declarados se reportam a 2010, ano de vacas gordas para mim, em 2012, ano de vacas magras, pago atendendo àqueles rendimentos. Pois bem, ou eu sou muito burra, ou isto não faz qualquer sentido para mim. Vejamos, se sou prestadora de serviços, não aufiro rendimentos fixos, num mês tanto posso receber 5 euros como no mês seguinte, 5 mil. No meu caso em particular, encontro-me este ano a pagar o equivalente a mais de 25% do que recebo por mês (em 2012). E se as coisas se mantiverem como estão, vou continuar a pagar este montante até Outubro, altura em que será efetuada nova revisão, desta vez de acordo com os rendimentos de 2011. Em suma, o que quero dizer, e a título exemplificativo, é que este mês o que recebi não chega para pagar a Segurança Social e o IVA (a segunda burocracia do dia). Portanto chego à brilhante e motivadora conclusão que ando a trabalhar para pagar impostos. É bom, muito bom.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Isto dói-me profundamente
Frases do meu filho que me preocupam:
" Eu sei que não vou conseguir"
"Já sabia que ia perder"
"Mamã acho que não vais conseguir ..."
São três exemplos bem elucidativos do pensamento "negativo" que o meu filho de 5 anos demonstra. Procuramos contrariar, fazendo-lhe ver que é melhor acreditar no melhor que no pior, mas parece que está tão enraizado nele...
Não posso ser ingénua ao ponto de não acreditar que a culpa é em parte minha. Estas frases são também minhas, este discurso do copo como meio vazio é meu. E lamento profundamente ter-lhe "passado" tal característica.
" Eu sei que não vou conseguir"
"Já sabia que ia perder"
"Mamã acho que não vais conseguir ..."
São três exemplos bem elucidativos do pensamento "negativo" que o meu filho de 5 anos demonstra. Procuramos contrariar, fazendo-lhe ver que é melhor acreditar no melhor que no pior, mas parece que está tão enraizado nele...
Não posso ser ingénua ao ponto de não acreditar que a culpa é em parte minha. Estas frases são também minhas, este discurso do copo como meio vazio é meu. E lamento profundamente ter-lhe "passado" tal característica.
Semanas complicadas
Estas duas semanas que passaram foram para esquecer. Trabalhos para entregar, frequências, exames, trabalhos da faculdade, tudo na mesma altura. Foram dois fins de semana com o puto a andar por casa um pouco aos caídos (a falta que me faz ter família por perto nestas alturas de maior aperto), e não me orgulho nada disso. O próximo fim de semana tem que ser todo para ele.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
É a vida ou, vai-se andando...
Isto tem andado parado, mas na verdade a minha vida tem sido uma animação
pegada. Depois de ter andado quase um mês sem fazer nenhum, eis que nas
vésperas de uma das frequências mais importante , surge um trabalho com prazo
de entrega para...ontem. Claro que em tempo de crise, não poderia dizer "
desculpe mas não posso aceitar porque daqui a poucos dias tenho um teste"
. Resultado, não estudei nada e chumbei. Hoje é a prova global (no meu tempo de
estudante, no século passado, não havia nada destas provas globais) e, ou
passo, ou vou a exame (sendo repetitiva, não posso ir a exame, porque a
faculdade é privada e o exame custa os olhos da cara e ... estamos em crise).
Para ajudar à festa o puto anda impossível, uma mistura de bebé birrento com
adolescente insolente, que eu diria, explosiva. Já dou por mim com aquele
pensamento positivo que tanto me caracteriza de "onde é que estou a
falhar?"
Para completar o rosário de queixas, estar volta ao ativo tem me feito lembrar que fraturei a coluna e que isto ainda não está a 100%, mas (é a ultima vez, prometo) a bela da crise não me permite, primeiro: abrandar o ritmo e segundo: continuar na fisioterapia. Resta-me a natação para a qual já me baldei na semana passada, por causa do estudo e do trabalho. E era isto.
Para completar o rosário de queixas, estar volta ao ativo tem me feito lembrar que fraturei a coluna e que isto ainda não está a 100%, mas (é a ultima vez, prometo) a bela da crise não me permite, primeiro: abrandar o ritmo e segundo: continuar na fisioterapia. Resta-me a natação para a qual já me baldei na semana passada, por causa do estudo e do trabalho. E era isto.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
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