segunda-feira, 9 de julho de 2012
O post sobre o tempo
Primeiro dia de praia para o meu filho e está este tempo... de outono. Já nem nas estações do ano podemos confiar.
Trabalhar à tuga
Tenho um trabalho, de dimensões razoáveis para entregar nesta sexta feira. Neste momento, em vez de estar a adiantar e a trabalhar em força para cumprir o prazo, aguardo pacientemente que me enviem o modelo final, aprovado e validado. Isto é uma constante e a isto eu chamo falta de organização. Cá nervos!
domingo, 8 de julho de 2012
O meu record blogosférico
E ontem esqueci-me de assinalar aqui uma data. E não é só a data que está em causa, é também a minha oportunidade de bater um record na blogosfera, não de visitas, não de seguidores, não de comentários mas ... número de anos que passaram desde que comecei a namorar com o meu marido. Como sabem este é um post recorrente na nossa blogosfera e lembro-me de já ter visto 5, 7. 10, vá lá, 12 anos, agora o número que aqui vou anunciar duvido que alguém já o tenha feito. Pois bem, cá vai suspiro: Ontem, dia 7 de Julho, fez 22 anos que eu e o meu mais que tudo começámos a namorar. É ou não é um record?
sábado, 7 de julho de 2012
Se eu acreditasse em vudu
Estou acordada desde as 7h00, eu e o meu filho. As cabras das minhas vizinhas chegaram a essa hora e, de saltos altos lá andaram pela casa. Pareceia que me estavam a martelar a casa e a cabeça. A mãe, essa outra cabra despareceu, vem cá de vez em quando picar o ponto mas depois pira-se daqui. Em suma, aqui ao meu lado vivem duas adolescentes parvinhas, sem regras, para quem o respeito pelo próximo é algo de que nunca ouviram falar. Já me esqucia, para além delas, lá em casa há um novo habitante canino. Se disser que é o quarto cão que estas anormais arranjam, depois de terem despachado os outros três, dá para ver o género de gente que por aqui vive.Tudo isto (aliado à falta de sono) trás ao de cima o pior que há em mim, e só penso em formas mirabolantes de me vingar. Cabras!
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Colónia de férias
Na próxima semana começa a colónia de férias do meu filho. Serão três semanas de pura loucura: para ele que vai passear todos os dias e para mim que vou ter que o deixar bem cedinho na escola (todos os dias). Vou acabar o mês de rastos e com umas olheiras ainda maiores do que aquelas que já tenho.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Foi bonita a festa, pá
A festa de finalista do meu filho foi tão bonita. Jantar de gala, entrada na
passadeira vermelha, filme com os melhores momentos (tipo big brother, comigo a chorar tipo ...Teresa Guilherme). Vou
ter saudades destes momentos, muitas saudades mesmo. Mas uma coisa é certa, se
há uns anos alguém me dissesse que eu iria achar graça a uma festa de
finalistas de um infantário eu, no mínimo, rebolava-me a rir.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Já nem o Verão se safa
Não tenho escrito aqui., não ando com disposição. A cada dia que passa o desânimo
vai aumentando a ponto de se transformar em quase desespero. São muitas coisas,
aparentemente sem valor, mas que juntas fazem mossa. O ano passado não fomos de
férias, o meu acidente impediu qualquer saída. Há uma semana recebemos o
bendito reembolso do IRS e ainda questionámos fazer uma semana de praia, mas
bastaram meia dúzia de contas para deitar por terra a nosso desejo. Não vamos,
não podemos mesmo. Tenho tido pouco trabalho e esse pouco não tem sido pago a
tempo e horas. O futuro é cada vez mais uma incógnita. Tanto eu como o meu
marido podemos, a qualquer momento, ficar sem trabalho (comigo está
eminente).
Ando há seis anos a convencer-me que viver onde moro é bom, mas sei que me ando a enganar. Não gosto de estar aqui, não me identifico com as pessoas, não fiz amizades, tenho uma péssima vizinhança (e acreditem que isso afeta-me e muito) e cada vez me sinto mais atrofiada neste local. Gostava de me mudar, mas como? Ninguém compra casas, e mesmo que a conseguisse vender que banco é que emprestaria dinheiro a um casal cujo 1º titular tem 50 anos?
O meu filho em Setembro vai para a escola e, mesmo não querendo, preocupo-me. Quando já andava mais sossegada com isso, a possibilidade de um certo menino poder ficar na sala dele, trouxe de novo preocupações à minha cabeça.
Enfim, nada que não se resolva, eu sei...
Ando há seis anos a convencer-me que viver onde moro é bom, mas sei que me ando a enganar. Não gosto de estar aqui, não me identifico com as pessoas, não fiz amizades, tenho uma péssima vizinhança (e acreditem que isso afeta-me e muito) e cada vez me sinto mais atrofiada neste local. Gostava de me mudar, mas como? Ninguém compra casas, e mesmo que a conseguisse vender que banco é que emprestaria dinheiro a um casal cujo 1º titular tem 50 anos?
O meu filho em Setembro vai para a escola e, mesmo não querendo, preocupo-me. Quando já andava mais sossegada com isso, a possibilidade de um certo menino poder ficar na sala dele, trouxe de novo preocupações à minha cabeça.
Enfim, nada que não se resolva, eu sei...
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