Ter um filho não é só educar é também aprender. Tenho aprendido tanto com
ele, ultimamente.
O meu menino a partir de determinada altura começou a manifestar algum medo
da água, principalmente de ter água na cabeça e olhos. Lavar-lhe o cabelo era
uma tarefa árdua, envolta em choros e gritos. Na praia ou na piscina evitava
sempre molhar a cabeça e por isso acabava por desfrutar muito pouco. Tentámos
de tudo para que superasse esse medo, mas nunca conseguimos. Este mês de Julho,
na colónia da escola, foram alguns dias à piscina, as educadoras já me tinham
dito que ele estava um destemido mas ontem, na piscina cá de casa, pudemos
confirmar. Assim que chegámos e depois de lhe colocarmos as braçadeiras, aproximou-se da piscina dos
crescidos (como ele diz) e, sem nos dizer nada, saltou lá para dentro. E fê-lo repetidamente. Eu e o pai ficámos de
boca aberta (literalmente), não estávamos nada à espera, mas o melhor de tudo,
foi presenciar a felicidade dele, por se ter superado a ele próprio.
Como pais temos um papel importante no crescimento deles, disso não há
dúvida. Mas a sociabilização, o estar
com outros meninos é igualmente importante (para o bem e para o mal). O meu
filho cresceu nestas três semanas de colónia, está mais confiante e isso
deixa-me muito feliz.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Hoje
vou fazer o exame da ultima cadeira que me falta para completar o curso. Depois, só fica a faltar o projeto final que terei de entregar até Dezembro. Não vejo a hora de me livrar disto.
terça-feira, 24 de julho de 2012
E com este post acabo com a minha reputação
Por vezes quando penso na minha existência sinto-me um fenómeno do Entroncamento, senão vejamos:
- Só tive dois namorados: um quando eu tinha 13 anos, durou..humm, uma semana. O outro é o meu atual marido.
- Só ao fim de 10 anos de namoro (e 8 de vida em comum) é que apresentei o meu namorado ao meu pai e foi assim: pai este é o L., o meu namorado, e daqui a 4 meses casamos.
- Fui ao cinema pela primeira vez com 18 anos. Fui ver o Regresso ao Futuro e, como andava a tomar antidepressivos na altura, adormeci a meio.
- Fui a uma discoteca pela primeira vez com 18 anos. Saí de casa, já o meu pai dormia, regressei de manhã, já ele tinha saído. A minha mãe foi cúmplice, e imagino agora, o que ela sofreu nessa noite.
- Viajei para fora do país uma única vez (ter sido emigrante não conta) aos 31 anos. Fui a Paris. Desde aí não o voltei a fazer. Correção: aos 15 anos fui com os meus pais a França revisitar a terriola onde morámos quando éramos emigrantes. E há seis anos atrás fui com eles novamente (com o João na barriga).
- A primeira vez que fiz férias, isto é, fui passar uma semana na praia, foi há...oh God, foi há 4 anos. No seguimento desta, a primeira vez que fui ao Algarve foi na minha lua de mel, há doze anos.
- E por falar em lua de mel, casei pelo civil, num dia da semana. Cada vez que me lembro da minha figura, toda "pipi" na fila do registo civil, só me dá vontade de rir. Ao casamento só foram familiares diretos (pais e irmãs) e assim que acabou a cerimónia, fomos todos almoçar a um restaurante ali perto (sem marcação prévia). As minhas fotos do casamento têm como cenário, um tolde de café liiindo.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Mudando de assunto (post sem ponta por onde se lhe pegue)
Estar muito tempo fechada em casa está dar comigo em doida. O meu mundo está ficar de um tamanho demasiado pequeno para o meu gosto e dou por mim a dar importância a coisas que realmente não têm nenhuma e que em nada contribuem para o meu bem estar. Preciso urgentemente de me rodear de gente minimamente saudável e "normal". Há dias em conversa com o meu marido resumi-lhe aquilo que estava a sentir: ultimamente só convivo com pessoas que nada têm a ver comigo e isso não me está a fazer bem, senão vejamos:
A minha empregada doméstica anda a mandar sms às outras pessoas para quem ela trabalha a dizer que eu vou contribuir para o subsídio de férias dela e a perguntar se elas não o querem fazer também. Ora acontece que eu não vou contribuir para subsídio nenhum, porque acho que não devo e porque mal tenho para lhe pagar as poucas horas que ela faz (e só a mantenho, porque as minhas costas não permitem grandes aventuras domésticas). Ora a senhora, que não deve muito à inteligência, esqueceu-se que as outras senhoras para quem ela trabalha são minhas vizinhas e falam comigo. E pronto, lá me apareceram as duas (não ao mesmo tempo) indignadas pelo sms e eu estive a perder o meu tempo precioso a falar sobre o assunto...
A minha vizinha (com quem estou mais próxima) é um poço de contrariedades e uma mentirosa compulsiva. Todos os dias, quando chega do trabalho, bate-me à porta, ela e o filho. E se há dias em que não me importo, dois dedos de conversa até fazem bem, há outros em que o que precisava era de paz e sossego. De seguida o que acontece, invariavelmente, é deixar ficar o filho em minha casa, enquanto ela vai à vida dela. O filho é da idade do meu meu, supostamente são amigos, mas o que acontece é tão somente isto: o puto berra com o meu filho, está sempre a dizer-lhe que ele não sabe nada, que ele não sabe falar, que ele não sabe brincar e passa o tempo a ameaçar que vai para casa dele caso o meu filho não brinque o que ele quer brincar. E eu, em vez de estar sossegada enquanto eles brincam, ando para aqui às voltas a tentar ser assertiva com o puto, explicando-lhe que os amigos não berram uns com os outros, que têm que se dar bem (etc etc), quando o que me apetecia realmente era corre-lo daqui (e desculpem-me a frontalidade) ao pontapé! Depois a mãe chega, e lá conta uma duas suas histórias em que ela brilha, como a última, em que chamou a atenção de uma criança, à frente da mãe, porque supostamente essa criança, estava a gozar com o filho dela. E eu fico a pensar para mim, o meu filho é maltratado pelo teu todos os dias, faz dele gato sapato e tu vens para aqui com esta história... E pronto, como se pode ver, estou a ficar doida. Escrever um post destes é sintomático do meu estado mental (mas confesso que me fez bem)!
A minha empregada doméstica anda a mandar sms às outras pessoas para quem ela trabalha a dizer que eu vou contribuir para o subsídio de férias dela e a perguntar se elas não o querem fazer também. Ora acontece que eu não vou contribuir para subsídio nenhum, porque acho que não devo e porque mal tenho para lhe pagar as poucas horas que ela faz (e só a mantenho, porque as minhas costas não permitem grandes aventuras domésticas). Ora a senhora, que não deve muito à inteligência, esqueceu-se que as outras senhoras para quem ela trabalha são minhas vizinhas e falam comigo. E pronto, lá me apareceram as duas (não ao mesmo tempo) indignadas pelo sms e eu estive a perder o meu tempo precioso a falar sobre o assunto...
A minha vizinha (com quem estou mais próxima) é um poço de contrariedades e uma mentirosa compulsiva. Todos os dias, quando chega do trabalho, bate-me à porta, ela e o filho. E se há dias em que não me importo, dois dedos de conversa até fazem bem, há outros em que o que precisava era de paz e sossego. De seguida o que acontece, invariavelmente, é deixar ficar o filho em minha casa, enquanto ela vai à vida dela. O filho é da idade do meu meu, supostamente são amigos, mas o que acontece é tão somente isto: o puto berra com o meu filho, está sempre a dizer-lhe que ele não sabe nada, que ele não sabe falar, que ele não sabe brincar e passa o tempo a ameaçar que vai para casa dele caso o meu filho não brinque o que ele quer brincar. E eu, em vez de estar sossegada enquanto eles brincam, ando para aqui às voltas a tentar ser assertiva com o puto, explicando-lhe que os amigos não berram uns com os outros, que têm que se dar bem (etc etc), quando o que me apetecia realmente era corre-lo daqui (e desculpem-me a frontalidade) ao pontapé! Depois a mãe chega, e lá conta uma duas suas histórias em que ela brilha, como a última, em que chamou a atenção de uma criança, à frente da mãe, porque supostamente essa criança, estava a gozar com o filho dela. E eu fico a pensar para mim, o meu filho é maltratado pelo teu todos os dias, faz dele gato sapato e tu vens para aqui com esta história... E pronto, como se pode ver, estou a ficar doida. Escrever um post destes é sintomático do meu estado mental (mas confesso que me fez bem)!
sábado, 21 de julho de 2012
Da irritação passei para a indignação e claro, para a preocupação
Na quarta feira à noite liguei à minha irmã, para ver se ela conhecia alguma colega do ensino básico que me pudesse aconselhar. Conhecia uma que, por coincidência, tinha uma amiga na constituição das turmas aqui do agrupamento. Pediu-nos calma e ia ver o que se passava. Passei a manhã de quinta à espera de notícias, para que pudesse ligar à professora a fim de lhe a minha resposta. Mesmo ao final da manhã recebo um telefonema da professora e, dois segundosdepois, apercebo -me do sinal de chamada da minha irmã. Azar, teria que falar com a professora sem ter o feed back da colega da minha irmã. A senhora estava manifestamente irritada e agressiva e começou por me perguntar se queria que repetisse as hipóteses que me tinha apresentado no dia anterior. E eu, que estava tão nervosa disse que sim, apesar de achar um disparate pois se havia informação que tinha ouvido bem tinha a sido a dela. Lá repetiu, e qual não é o meu espanto quando às outras duas hipóteses, acrescenta mais uma: há duas vagas para uma turma do 2º ano, estando uma já preenchida por outra menina. Quando lhe referi que não me tinha falado do 2º ano, apenas pediu desculpa, que se tinha esquecido!!??
Antes de lhe dar a minha resposta, questionei-a sobre se a escola estaria preparada para estas situações e a resposta dela foi peremptória: que discordava disto, que todos os professores achavam isto um disparate e que apenas davam à escolha dos pais estas possibilidades porque eram obrigadas pelo ministério. Deu-me a entender que a professora da referida turma iria ficar aborrecida, assim como os pais dos meninos do 2º ano e basicamente disse que a responsabilidade era nossa, pais. Lá tentei manter a calma e assertivamente referi à senhora que sim senhora eram obrigados pelo ministério, mas que também seriam "obrigados" a criar condições pedagógicas para que as coisas corressem bem e que, a partir do momento que me apresentam a possibilidade de o meu filho ingressar uma turma do 2º, 3ª ou 4º anos, estão cientes que também a escola será responsável para garantir que as coisas corram bem em vez de estarem a sacudir a água do capote e a passar toda a responsabilidade para os pais.
Em suma, aceitei a vaga no 2º ano e até ao início das aulas irei pensar nisto tudo. Se estou mais sossegada? Sim, estou, um 2º ano sempre é melhor que um 3º ou um 4º (um absurdo na minha opinião). Se estou totalmente convencida? nada disso, não estou.
Antes de lhe dar a minha resposta, questionei-a sobre se a escola estaria preparada para estas situações e a resposta dela foi peremptória: que discordava disto, que todos os professores achavam isto um disparate e que apenas davam à escolha dos pais estas possibilidades porque eram obrigadas pelo ministério. Deu-me a entender que a professora da referida turma iria ficar aborrecida, assim como os pais dos meninos do 2º ano e basicamente disse que a responsabilidade era nossa, pais. Lá tentei manter a calma e assertivamente referi à senhora que sim senhora eram obrigados pelo ministério, mas que também seriam "obrigados" a criar condições pedagógicas para que as coisas corressem bem e que, a partir do momento que me apresentam a possibilidade de o meu filho ingressar uma turma do 2º, 3ª ou 4º anos, estão cientes que também a escola será responsável para garantir que as coisas corram bem em vez de estarem a sacudir a água do capote e a passar toda a responsabilidade para os pais.
Em suma, aceitei a vaga no 2º ano e até ao início das aulas irei pensar nisto tudo. Se estou mais sossegada? Sim, estou, um 2º ano sempre é melhor que um 3º ou um 4º (um absurdo na minha opinião). Se estou totalmente convencida? nada disso, não estou.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
A irritação é tanta que nem sei que título dar a isto a não ser post longo e com muita raiva
Quando matriculei o meu filho na escola primária fi-lo consciente e convita de que era efetivamente o melhor para ele. Quem aqui me acompanha, sabe das preocupações que manifestei em relação ao fato de ele poder não estar preparado para tamanha mudança. Mas repito, no dia em que entreguei os papeis eu estava ciente do meu ato e este foi devidamente refletido e discutido por mim e pelo meu marido. Se assim não fosse nem teria oficializado a matrícula.
Portanto quando o matriculei não foi "naquela" do vamos ver o que acontece, se tiver vaga, óptimo, se não tiver também não faz mal. A decisão resultou, e volto a destacar, de muita reflexão do que seria melhor e claramente que, ficar na infantário onde está, sem os amigos que o acompanharam e a repetir os mesmos temas, não nos pareceu que fosse o melhor para ele.
Quando matriculei o meu filho sabia (embora tenha tido conhecimento tardiamente) que ele era um condicionado, isto é , por fazer 6 anos após o dia 15 de Setembro, apenas ingressaria na escola (pública) se tivesse vaga.
Agora do que não estava nada à espera era da situação que hoje me surgiu e que aqui vou relatar. Por volta das 16h recebo um telefonema de uma professora do agrupamento escolar cá da terrinha a informar-me que o João não tem vaga no 1ºano e que tem duas, ou melhor, três hipóteses à escolha: O João tem uma vaga numa turma do 3º ano numa das escolas, e tem outra vaga numa turma do 4º ano da outra escola. A 3ª hipótese, a melhor segundo a tal professora, é a de ficar na pré. E atenção, o João seria o único menino nessas turmas, nestas condições. Assim que ouvi as duas primeiras, instintivamente referi que estava fora de questão, mas como o meu marido não estava comigo e como precisava de me acalmar, pedi que me deixasse pensar.
E pensei, e pensei tanto que estou completamente chocada com isto. Mas que merda de país é este, que tem uma lei que condiciona a entrada dos miúdos na escola, com o argumento da idade e ao mesmo tempo permite que essas mesmas crianças muito novinhas e imaturas ingressem em turmas com alunos de faixas etárias mais altas? Alguém que me explique, porque eu não percebo.
Uma coisa sei, esta proposta não foi feita de boa fé, e senti claramente que do outro lado apenas me propuseram isto, porque estavam convitos de que eu recusaria. Aliás, a senhora fez questão de me informar que os outros meninos que estavam na situação do João, os pais tinham decidido mantê-los na pré, assim como fez questão de destacar que o meu filho era o mais novo dos inscritos e que era um "anjinho" muito pequenino para ir para a escola. Pois bem, como eu continuo convita que ingressar na escola é o melhor para o meu filho (perante as alternativas que disponho) e como acho que é de uma irresponsabilidade fazerem o que me estão a propor, eu vou aceitar. Amanhã vou falar com a tal Professora e vou questioná-la sobre os termos em que uma treta destas funciona, porque eu parto do princípio que se me propõem um projeto pedagógico destes é porque sabem o que estão fazer e estão preparados para os problemas que uma situação destas levanta (conjugação de conteúdos, integração da criança, etc, etc. etc.).
E não, eu não vou colocar o meu filho numa turma do 3º nem do 4º anos, irei arranjar outra solução. Mas agora também quero ver o que é vão fazer quando amanhã, eu lhes disser que sim, que aceito a vaga do 3º ano, mas que elas são RESPONSÁVEIS por garantir que o meu filho vai ter uma boa aprendizagem, uma boa integração e que não será prejudicado por ter 6 anos e ser o único do 1º ano numa turma do 3º. Porque se me propõem isto é porque acham que é viável. Se acham que não, que ele é muito pequenino e vai ficar desintegrado e blá, blá, blá, então que não me tivesse dado à escolha. Diziam que não havia vaga e ponto final, não se falava mais no assunto, Agora isto... Estou possessa.
Portanto quando o matriculei não foi "naquela" do vamos ver o que acontece, se tiver vaga, óptimo, se não tiver também não faz mal. A decisão resultou, e volto a destacar, de muita reflexão do que seria melhor e claramente que, ficar na infantário onde está, sem os amigos que o acompanharam e a repetir os mesmos temas, não nos pareceu que fosse o melhor para ele.
Quando matriculei o meu filho sabia (embora tenha tido conhecimento tardiamente) que ele era um condicionado, isto é , por fazer 6 anos após o dia 15 de Setembro, apenas ingressaria na escola (pública) se tivesse vaga.
Agora do que não estava nada à espera era da situação que hoje me surgiu e que aqui vou relatar. Por volta das 16h recebo um telefonema de uma professora do agrupamento escolar cá da terrinha a informar-me que o João não tem vaga no 1ºano e que tem duas, ou melhor, três hipóteses à escolha: O João tem uma vaga numa turma do 3º ano numa das escolas, e tem outra vaga numa turma do 4º ano da outra escola. A 3ª hipótese, a melhor segundo a tal professora, é a de ficar na pré. E atenção, o João seria o único menino nessas turmas, nestas condições. Assim que ouvi as duas primeiras, instintivamente referi que estava fora de questão, mas como o meu marido não estava comigo e como precisava de me acalmar, pedi que me deixasse pensar.
E pensei, e pensei tanto que estou completamente chocada com isto. Mas que merda de país é este, que tem uma lei que condiciona a entrada dos miúdos na escola, com o argumento da idade e ao mesmo tempo permite que essas mesmas crianças muito novinhas e imaturas ingressem em turmas com alunos de faixas etárias mais altas? Alguém que me explique, porque eu não percebo.
Uma coisa sei, esta proposta não foi feita de boa fé, e senti claramente que do outro lado apenas me propuseram isto, porque estavam convitos de que eu recusaria. Aliás, a senhora fez questão de me informar que os outros meninos que estavam na situação do João, os pais tinham decidido mantê-los na pré, assim como fez questão de destacar que o meu filho era o mais novo dos inscritos e que era um "anjinho" muito pequenino para ir para a escola. Pois bem, como eu continuo convita que ingressar na escola é o melhor para o meu filho (perante as alternativas que disponho) e como acho que é de uma irresponsabilidade fazerem o que me estão a propor, eu vou aceitar. Amanhã vou falar com a tal Professora e vou questioná-la sobre os termos em que uma treta destas funciona, porque eu parto do princípio que se me propõem um projeto pedagógico destes é porque sabem o que estão fazer e estão preparados para os problemas que uma situação destas levanta (conjugação de conteúdos, integração da criança, etc, etc. etc.).
E não, eu não vou colocar o meu filho numa turma do 3º nem do 4º anos, irei arranjar outra solução. Mas agora também quero ver o que é vão fazer quando amanhã, eu lhes disser que sim, que aceito a vaga do 3º ano, mas que elas são RESPONSÁVEIS por garantir que o meu filho vai ter uma boa aprendizagem, uma boa integração e que não será prejudicado por ter 6 anos e ser o único do 1º ano numa turma do 3º. Porque se me propõem isto é porque acham que é viável. Se acham que não, que ele é muito pequenino e vai ficar desintegrado e blá, blá, blá, então que não me tivesse dado à escolha. Diziam que não havia vaga e ponto final, não se falava mais no assunto, Agora isto... Estou possessa.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
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