Regressei na Terça e posso dizer que foram quatro dias muito bem passados. Agora tenho que preparar um programa para a próxima semana, pois não ir para fora, não implica ficar fechada em casa.
Já fiz todas as cadeiras do curso, falta apenas o projecto final.
O meu filho tem um dente a abanar, está quase, quase a cair.
E é assim.
domingo, 12 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
É arrepiante
Quis o destino que uma besta fosse presa no dia em que eu, na companhia do meu filho, me iria encontrar com ele. Essa besta foi presa por posse e divulgação de pornografia infantil.
Último dia
Ontem foi o ultimo dia no infantário. Ainda não sei se voltará em Setembro antes da escola começar, irá depender do trabalho que terei em mãos. Assim que o deixei de manhã tive uma vontade imensa de chorar. Não foi a escola perfeita, mas foi a escola dele, que o acolheu durante quatro anos. E eu sei que ele foi muito feliz lá. Ao final do dia quase não proferi qualquer palavra, tal era o nó na garganta. Vou ter saudades destes tempos.
(sim eu sei que estou em negação quanto ao ingresso dele na escola primária)
(sim eu sei que estou em negação quanto ao ingresso dele na escola primária)
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Do meu filho
Ter um filho não é só educar é também aprender. Tenho aprendido tanto com
ele, ultimamente.
O meu menino a partir de determinada altura começou a manifestar algum medo da água, principalmente de ter água na cabeça e olhos. Lavar-lhe o cabelo era uma tarefa árdua, envolta em choros e gritos. Na praia ou na piscina evitava sempre molhar a cabeça e por isso acabava por desfrutar muito pouco. Tentámos de tudo para que superasse esse medo, mas nunca conseguimos. Este mês de Julho, na colónia da escola, foram alguns dias à piscina, as educadoras já me tinham dito que ele estava um destemido mas ontem, na piscina cá de casa, pudemos confirmar. Assim que chegámos e depois de lhe colocarmos as braçadeiras, aproximou-se da piscina dos crescidos (como ele diz) e, sem nos dizer nada, saltou lá para dentro. E fê-lo repetidamente. Eu e o pai ficámos de boca aberta (literalmente), não estávamos nada à espera, mas o melhor de tudo, foi presenciar a felicidade dele, por se ter superado a ele próprio.
Como pais temos um papel importante no crescimento deles, disso não há dúvida. Mas a sociabilização, o estar com outros meninos é igualmente importante (para o bem e para o mal). O meu filho cresceu nestas três semanas de colónia, está mais confiante e isso deixa-me muito feliz.
O meu menino a partir de determinada altura começou a manifestar algum medo da água, principalmente de ter água na cabeça e olhos. Lavar-lhe o cabelo era uma tarefa árdua, envolta em choros e gritos. Na praia ou na piscina evitava sempre molhar a cabeça e por isso acabava por desfrutar muito pouco. Tentámos de tudo para que superasse esse medo, mas nunca conseguimos. Este mês de Julho, na colónia da escola, foram alguns dias à piscina, as educadoras já me tinham dito que ele estava um destemido mas ontem, na piscina cá de casa, pudemos confirmar. Assim que chegámos e depois de lhe colocarmos as braçadeiras, aproximou-se da piscina dos crescidos (como ele diz) e, sem nos dizer nada, saltou lá para dentro. E fê-lo repetidamente. Eu e o pai ficámos de boca aberta (literalmente), não estávamos nada à espera, mas o melhor de tudo, foi presenciar a felicidade dele, por se ter superado a ele próprio.
Como pais temos um papel importante no crescimento deles, disso não há dúvida. Mas a sociabilização, o estar com outros meninos é igualmente importante (para o bem e para o mal). O meu filho cresceu nestas três semanas de colónia, está mais confiante e isso deixa-me muito feliz.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Hoje
vou fazer o exame da ultima cadeira que me falta para completar o curso. Depois, só fica a faltar o projeto final que terei de entregar até Dezembro. Não vejo a hora de me livrar disto.
terça-feira, 24 de julho de 2012
E com este post acabo com a minha reputação
Por vezes quando penso na minha existência sinto-me um fenómeno do Entroncamento, senão vejamos:
- Só tive dois namorados: um quando eu tinha 13 anos, durou..humm, uma semana. O outro é o meu atual marido.
- Só ao fim de 10 anos de namoro (e 8 de vida em comum) é que apresentei o meu namorado ao meu pai e foi assim: pai este é o L., o meu namorado, e daqui a 4 meses casamos.
- Fui ao cinema pela primeira vez com 18 anos. Fui ver o Regresso ao Futuro e, como andava a tomar antidepressivos na altura, adormeci a meio.
- Fui a uma discoteca pela primeira vez com 18 anos. Saí de casa, já o meu pai dormia, regressei de manhã, já ele tinha saído. A minha mãe foi cúmplice, e imagino agora, o que ela sofreu nessa noite.
- Viajei para fora do país uma única vez (ter sido emigrante não conta) aos 31 anos. Fui a Paris. Desde aí não o voltei a fazer. Correção: aos 15 anos fui com os meus pais a França revisitar a terriola onde morámos quando éramos emigrantes. E há seis anos atrás fui com eles novamente (com o João na barriga).
- A primeira vez que fiz férias, isto é, fui passar uma semana na praia, foi há...oh God, foi há 4 anos. No seguimento desta, a primeira vez que fui ao Algarve foi na minha lua de mel, há doze anos.
- E por falar em lua de mel, casei pelo civil, num dia da semana. Cada vez que me lembro da minha figura, toda "pipi" na fila do registo civil, só me dá vontade de rir. Ao casamento só foram familiares diretos (pais e irmãs) e assim que acabou a cerimónia, fomos todos almoçar a um restaurante ali perto (sem marcação prévia). As minhas fotos do casamento têm como cenário, um tolde de café liiindo.
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