quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

2009

Para o próximo ano desejo que os momentos de felicidade sejam mais que os que de tristeza. Um beijo grande para todas.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Natal e doenças...

Este Natal correu bem, não fosse o João ter ficado novamente doente. Está com mais uma bronquiolite, que lhe tem provocado febres e muito mal estar. O que me sossega é que sempre que não tem febre está com uma energia inesgotável. Mas voltando ao Natal, foi uma semana bem passada junto da minha família, mataram-se saudades, comeu-se mais que a conta, o meu filho andou encantado e também encantou toda a gente. Como seria de esperar as prendas que recebeu foram muitas, demasiadas até, mas ninguém resistiu a presentear o benjamim da família. Infelizmente, e julgo eu, à conta do calor de uma lareira, na véspera do Natal o João começou a ficar ranhoca, a seguir veio a tosse, e claro que com ela, a febre. Regressámos ontem, o João já está a ser medicado e hoje já se encontrava melhor. Já me esquecia, ontem acordei e quando olho para a janela, caíam flocos de neve do céu. As saudades que tinha de ver neve....

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Feliz Natal

Um Santo Natal para toda a gente que por aqui passa.

sábado, 20 de dezembro de 2008

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Post 10 em 1

Dada a falta de tempo, e uma vez que arranjei uns minutos para aqui vir, vou tentar "complilar" num só post diversos assuntos. Em primeiro lugar o meu lindo filho, que felizmente já está recuperado, na quinta feira ficou comigo, na sexta com o pai e com o fim de semana caseiro, foi-se a tosse, a ranhoca e a má disposição. Voltarei mais à frente ao meu filho.

Quanto a mim, cá ando nesta vidinha de trabalho-para-pagar-contas e pouco mais, mas enfim é a crise...
Este fim de semana andei estranha, nervosa, irritadiça impaciente, "acelerada". Atribui a culpa aos cafés que tomei (à conta da Nespresso que a minha querida mãe me ofereceu), pois não encontrava outro motivo para assim estar. Ontem, depois de deixar o meu filho no infantário, só porque não conseguia fixar o GPS no vidro do carro tive um ataque de fúria e desatei ao gritos, parecia uma louca. Só faltou sair do carro, atirar com o aparelho ao chão e saltar-lhe em cima até ele ficar em cacos (felizmente não o fiz, pois o pobre não tinha culpa nenhuma e tem-se revelado um fiel amigo na estrada). À tarde fui a uma consulta de clínica geral para iniciar o que vulgarmente se designa como o "desmame" dos antidepressivos que ando a tomar. Sinto-me bem, estou mais gorda 3 quilos, logo acho que está na altura de parar. No meio da consulta fez-se luz na minha cabeça e questionei o médico se o facto de não andar a tomar um dos medicamentos há cindo dias, poderia estar relacionado com os meus ataques de fúria. O homem olhou para mim com ar de dahh!! e claro que me "deu na cabeça". Pois é, na semana passada o medicamento acabou e eu, por falta de tempo, fui adiando a sua compra e o resultado foi este!!! Moral da história, os antidepressivos criam habituação e não convém mesmo deixar de os tomar de repente.

Depois deste triste episódio volto ao meu filho. E agora vão-me desculpar, mas por breves linhas vou ser uma verdadeira mãe gabarolas!!! Fisicamente o meu filho é lindo, e não é por ser meu filho que é lindo, lol. É meigo, não posso dizer que seja dado a grandes manifestações de afecto, mas ultimamente tem-me surpreendido com umas beijocas valentes na boca, agarra-me na cara com as duas mãozitas e chuap, beijo na mamã. É muito autónomo em algumas coisas, gosta de comer pela sua mão e irrita-se quando lhe tento dar. Sobe as escadas sozinho e se o tento amparar, afasta-me as mãos. Mas por outro lado detesta estar sozinho, detesta brincar sozinho, quer sempre que eu ou o pai, estejamos com ele a brincar. Quando isso não acontece, pede a xuxa e o leão e põe um ar de triste bebé abandonado, lol. Tem sentido de humor, de vez em quando finge que está zangado ou finge que está triste e de repente desata a rir. Sé para terem uma ideia da "peça", no Domingo enquanto brincava com ele, levo a mão ao cabelo e descubro umas ranhocas. Comento com o meu marido em tom de queixa o facto do João limpar o nariz no meu cabelo. De repente o meu filho põe o dedo no nariz e ... encosta-o ao meu cabelo ao mesmo tempo que se ri.
É muito perspicaz, está sempre atento aos pormenores e tem uma memória prodigiosa. Aqui em casa é ele que liga os aparelho de ar condicionado, vai a cada um dos compartimentos, pega no comando, carrega no botão e "já tá". Ninguém lhe ensinou mas sempre que o fazíamos ficava atento. Ontem, quando chegámos ao infantário apontou para a portão e disse: "mamã olha" , eu olhei mas não vi nada, perguntei-lhe se havia algo de diferente e ele acenou com a cabeça que sim. Não liguei. No regresso, ao fechar o portão, descobri o que estava diferente: tinham colocado puxadores. Fiquei pasma, e não é que o miúdo se apercebeu de imediato da mudança?
Por hoje chega de gabarolices de mãe, a quem aqui chegou peço desculpa pelo testamento e pela má escrita, mas amanhã vou ter um dia comprido e já não tenho tempo para rever o que escrevi.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

O Inverno está a chegar

E com ele as bronquiolites. Estou com o coração apertado, o cenário do ano passado passa pela minha cabeça e não há modo de o conseguir afastar. Hoje tive quase um ataque de pânico, quando pela manhã senti a respiração do meu filho ofegante e arrastada. Deixei-o no infantário lavada em lágrimas, não tinha alternativa e como não tinha febre decidi levá-lo. Ao final do dia levei-o à ginástica respiratória, vai fazer Atrovent e Ventilan de seis em seis horas. Agora quando o deitei estava com febre, 38,1º , dei-lhe o ben-u-ron. Acho que não vou conseguir dormir... Em relação ao dia de amanhã, que se lixem os compromissos, o trabalho e as obrigações, fica comigo em casa e ponto final.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Pergunta que me tenho colocado

Se sei que não tenho condições para ter mais filhos, se está praticamente fora de questão isso vir acontecer, porque é que ao fazer o novo seguro de saúde decidi incluir o parto? Não tem lógica, pois não?

Post telegrama

Estou viva. Cansada. Cheia de trabalho. Com pouco (ou quase nenhum) tempo livre. Tenho saudades da blogosfera. Tenho saudades de vos acompanhar com mais regularidade. O meu filho está um espectáculo. Cada dia mais lindo. Já diz muitas palavras. A maior parte perceptível só por mim. Está quase, quase a fazer dois anos. Espero voltar em breve, muito em breve. Não se esqueçam de mim.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Assim vão os dias...II

Continuo atarefada e com pouco tempo livre. Mais uma vez o final do ano está a ser complicado, mas espero que esta fase passe rapidamente. Claro que ao trabalho juntou-se o cansaço e ultimamente tenho adormecido todos os dias no sofá por volta das 10 da noite!!!!
Por aqui já abriu a época das tosses, ranhocas, ventilans e afins, e claro que à semelhança do ano passado deverá passar lá para Junho. Tenho pena de não poder ir contando mais novidades do meu pequenino, da sua evolução, das suas palavras (que já são muitas) das suas graças, das suas proezas e claro, das suas birras e do seu mau feitio. Espero voltar muito em breve às lides bloguistas com mais assiduidade.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Assim vão os dias...

Meu Deus o meu último post foi a 25 de Outubro. Esta ausência reflecte bem o que tem sido a minha vida dos últimos tempos: muito trabalho, muito stress, poucas horas de sono, e claro, alguma tristeza. Sinto-me vazia, já não vejo um filme há tanto tempo, os livros por ler acumula-se nas estantes, não convivo com as amigas... em suma estou a ter uma vida estúpida e desgastante. Sinto-me feia, não tenho nada de jeito para vestir, a minha pele está uma lástima, eu, de cosmética e afins, parece que envelheci 10 anos. Parecem futilidades eu sei, mas nesta altura sinto falta de futilidades. Sei que devia abrandar, mas em tempos tão difíceis não me posso dar ao luxo de recusar trabalho. Como trabalhadora independente, tanto posso ter muito trabalho hoje, como amanhã não ter nada e claro que isso me inquieta.

Tenho, na medida do possível, acompanhado os vossos cantos, tenho-me, em silêncio, emocionado, rido, preocupado, com aquilo que tem escrito. Não tenho mesmo tempo de comentar, tenho muita vontade, mas custa-me deixar comentários nuns
blogues e não o fazer noutros.

No Domingo voltei a falhar um encontro, fiquei com tanta pena, mas as sestas do João e o facto de morar longe tornam as saídas mais complicadas. Meninas que tal combinarmos um encontro num local que fique a " meio do caminho" para todas, tipo Parque das Nações?

O meu filho está cada dia mais bonito, sinto-o muito feliz no novo infantário e isso sossega-me bastante. Mas ultimamente tem-me custado tanto separar-me dele, deixá-lo ali à mercê de outras pessoas. Ontem e hoje foi o pai levá-lo e buscá-lo ao infantário, só 0 vi ao final do dia, já bem tarde, por isso estive tão pouco tempo com ele...Isso custa-me, dói-me profundamente.
Mas quero acreditar que é só uma fase, que depois da tempestade, vem a bonança.

sábado, 25 de outubro de 2008

De volta (ou talvez não)

Finalmente tenho Internet em casa, no entanto pouco tempo tenho para aqui andar. Esta semana foi complicada, com muito trabalho, o meu marido constipado e agora tenho o meu filho com febre. Está muito queixoso e quer-me parecer que são mais dentes. Eu, cá ando a desdobrar-me em mil para conseguir dar vazão a tudo, mas a frustração de não ter tempo aumenta de dia para dia. A inspiração para escrever é pouca, para não dizer nula...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Estou Viva

Mas sem internet desde terça feira passada. Encontro-me numa embrulhada entre a TV Cabo e a Meo (que venha o diabo e escolha). Pedi a net da minha mana emprestada para vir aqui deixar este post. Obrigado pela vossa preocupação.
Às minhas queridas meninas com quem combinei encontrar-me no Domingo, mil desculpas por não ter aparecido nem ter dito nada. Passei o dia de Sábado indisposta, com dores de estômago e com muito mal estar. À noite, vomitei o que tinha comido e o que não tinha. Senti-me mesmo mal, fiquei de rastos, e no Domingo só conseguia estar deitada, sem forças para nada, inclusivé para avisar que não podia aparecer ao encontro. Mais uma vez peço desculpa, tive muita pena mesmo. Espero que repitam e que me convidem. Já estou melhor, embora o estômago não aceite grandes comidas. De resto ando exausta, com muito trabalho, com muita pressão, mas muito feliz com o meu menino birrento. Espero ter net em breve, mas isto está complicado. Vou tentar visitar todos os cantinhos com o telemóvel para poder por a leitura em dia.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Os filhos e o casamento

Numa das revistas que compro vinha um artigo sobre o fim dos casamentos após o nascimento de um filho. Ultimamente tem vindo a publico alguns casos de "figuras publicas" cujos relacionamentos finalizaram pouco tempo depois do nascimento dos filhos. Tenho duas amigas que foram mães mais ou menos ma mesma altura que eu, e que se encontram numa fase bem complicada nos seus relacionamentos. Confesso que não fico surpreendida, não é fácil a adaptação a um novo ser que passa a ser totalmente dependente de nós. A vida muda radicalmente, as prioridades são outras, perde-se intimidade, o espaço para o diálogo diminui e muitas vezes desaparece. Superar estas dificuldades passa, a meu ver, por um esforço de ambas as partes para que se encontre um equilíbrio, através da ajuda mútua e do envolvimento dos dois na vida do bebé, e claro da existência de amor, muito amor.
Nunca aqui referi, pois há coisas que, por tanto me custarem, prefiro fingir que nunca aconteceram, mas na minha passagem de ano, ao soar das doze badaladas eu e o meu marido acordávamos os termos da nossa separação. Felizmente não avançou e hoje julgo, apesar de por vezes ainda existirem alguns conflitos, que ambos encontrámos um equilíbrio. Queremos muito ser felizes, e ao lado do nosso filho que nos preenche a vida de muito amor. Não sei se chega, mas por enquanto é o suficiente.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Era o que me faltava

Agora o jovem cá de casa deu para embirrar com as indumentarias que a sua mamã lhe veste. Não quer as calças que lhe visto, mas sim as "outas", o casaco tem que ser sempre o mesmo (uma espécie de parka que a minha mana lhe ofereceu), "não que" os sapatos mas os "ten". As minhas manhãs tem sido uma animação, comigo à beira de um ataque de nervos. Mas o pior não é ele implicar com a roupa dele, o pior é que ele tem implicado com a minha!! Hoje vesti um casaco de malha, mas quando me olhei ao espelho achei que o que ficava bem era um casaco de ganga. Assim, fui o buscar o dito e vesti-o, e não é que o jovem desatou numa gritaria porque queria que mantivesse o "outo"? A coisa foi de tal maneira que para eu não me atrasar (ainda mais) troquei novamente de casaco. Já há dois dias decidiu implicar com um lenço que estava a usar. Mas será que vou ter que passar a vestir o que sua excelência acha que devo?

Psst meninas, apesar de não comentar tenho lido tudo. O tempo não tem dado para tudo!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Várias

Na sexta feira lá fui com o meu filho à pediatra, ainda tinha pus no ouvido pelo que fica a antibiótico durante 10 dias. No fim de semana esteve bem melhor, sempre bem disposto apenas com algumas birras porque só quer ir para a rua. Ontem teve uma crise de paizite aguda, era papá para tudo, acho que está muito mimalho este meu filho.

Em relação à escolinha, nem sei bem como explicar o que tenho pensado... O meu filho está nitidamente mais feliz por lá, nota-se em muitos pormenores: sai de lá mais calmo do que quando regressava do anterior, em que o sentia mais tenso. Quando o vou buscar não fica calado e apático, interage comigo, querendo mostrar-me os brinquedos com que brincou, o espaço, os bonecos. Na sexta feira ainda resistiu para vir embora, queria ficar por lá comigo a brincar mais um bocadinho. Hoje, apesar de ser segunda feira não ficou a chorar. Tenho pensado. que ao longo do ano que passou mais do que uma vez me questionei se ele estaria bem no anterior colégio, mas convenci-me sempre que as atitudes dela teriam a ver com o facto de sentir a nossa falta, de preferir ficar connosco. Isto de escolher um colégio não é assim tão linear, e realmente temos que estar atentos aos sinais.

Não sei se repararam mas o meu pimpolho no Sábado completou 21 meses, estamos quase nos dois anos!!!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Afinal as birras tinham razão de ser

Hoje quando o tirei da cama reparei que tinha muito pus a sair do ouvido direito. Já tinha lido que isso significava que uma otite tinha "rebentado" e julgava eu que a infecção tinha passado. Liguei à pediatra e afinal não é bem assim, receitou-lhe um antibiótico, e sexta feira quer vê-lo. Coitadinho do meu filho, como pode andar ele bem disposto, com 4 dentes a romper, expectoração que nunca mais acaba e agora isto!
A boa nova é que esta semana ainda não ficou um dia a chorar na escolinha.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Mais uma vez

Tenho andado ausente daqui. Desta vez o motivo prende-se com o deficiente serviço net que possuo, com constantes quebras de ligação. O meu filhote esteve doentinho no fim de semana, começou na quinta com alguma febre que se foi mantendo até Sábado. Ontem já não teve febre, começou a comer melhor mas continua muito irritadiço, que é como quem diz, birrento. Em relação ao novo colégio, hoje, pela primeira vez, não ficou a chorar quando o deixei, só espero que assim continue. Da minha parte confesso que estou satisfeita com a mudança, nota-se alguma desorganização que, obviamente, tem a ver com a muito recente abertura. Mas acredito que aos poucos e poucos tudo se vai "encarreirar". Na semana passada realizou-se uma reunião gerais de pais, e aqui, não há diferenças entre o outro colégio, mais uma vez denotei que existe uma intolerância enorme em relação às opiniões contrárias e que toda gente quer que a sua opinião prevaleça em relação às outras. Não foi uma reunião agradável, mas enfim...

Agora um desabafo: hoje o final do dia foi péssimo, confesso que fiquei triste. O meu filho fez birras desde que o fui buscar até que o deitei. Começou à saída da escola, não queria aquele carro (o meu marido trouxe o dele e nos últimos dias andei com ele), queria o "outo". Foi uma trabalheira para o conseguir sentar na cadeira!! No percurso até casa começou a gritar porque queria "achinha" (bolachinha). Chegados a casa, assim que lhe pus a sopa à frente, começou a gritar "na quer", tentei por-lhe a bata e mais uma vez gritaria. Desisti da sopa, e dou-lhe o prato principal, "na quer". Começa-me a pedir "aninho" (danoninho), respondo-lhe que só depois de comer o prato, mais gritaria e "que xair" (quer sair da cadeira de refeições"). Já cansada, tiro-o da cadeira, e ele volta a pedir-me "achinha, recuso e o resultado é uma valente birra com direito a queda no chão. Para ir para o banho mais uma birra, quando o tirei do banho, birra e estalada na mamã.
Pelo meio atirou com brinquedos ao chão com força, atirou com os puzzles ao chão e ainda tentou fazer pontaria com as peças a ver se acertava na mamã. Sinceramente acho que esteve assim porque o pai não estava. Desconfio começa a sentir cada vez mais as ausências do pai e se calhar "culpa-me delas". Ou então estava só cansadinho e amanhã é um novo dia. Mas que fiquei triste, lá isso fiquei, nem sequer brincámos!!!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Estou um barril

À conta das cervejinhas, das caipirinhas, dos geladinhos e afins estou 2,5 Kg mais gorda. Agora vai ser preciso um ano para os abater. E quero eu deixar de fumar!!!

Já está melhor!!

Por motivos profissionais hoje fui buscar o João mais tarde. Quando cheguei era o último (não era assim tão tarde, os meninos é que são poucos), estava todo animado a saltar para a piscina das bolas. Para o tirar de lá tive que ameaçar que ia embora, lol. De manhã já foi mais pacífico, ainda chorou mas muito menos.
Eu cá ando stressada com tanto trabalho e tão pouco tempo para o fazer. Há dias em que me apetece atirar tudo para o ar e mudar de vida.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Rituais

Este meu filho é um poço de surpresa, agora tem um novo ritual ao deitar que é no mínimo, estranho? hilariante? nem sei.
Após o banho temos a sessão da bomba (o pulmicort), primeiro a mamã, depois o papá, a seguir o leão e finalmente o João. A seguir vem a "estóia", lida em conjunto pela mamã e pelo papá. Finalmente chega o momento de o levar para o quarto, se até agora era sempre eu que o deitava, ultimamente tem pedido o pai. Assim, quando o pai está é ele que o deita, quando não está (as férias já acabaram e as ausências do papá já começaram) sou eu. Mal o colocamos na cama, senta-se de imediato (agarrado ao seu leão, pois claro) e pede água. Lá vamos nós buscar o copo de água que ele... recusa. A seguir pergunta pela mamã (ou pelo papá, se for eu a deitá-lo), respondemos que o papá, ou a mamã, não vêm pois já se despediram dele e que ele tem que se deitar e dormir. E agora vem o momento estranho? hilariante? não sei! Levanta uma mão (faz o gesto de "vai-te embora" e grita "xai"!!! Dou-lhe um beijo (à força,lol) afasto-me da cama em direcção à porta e ele deita-se. Se acordar ao meio da noite (esta semana tem acontecido, não sei se devido à nova experiência na escola) a cena repete-se, primeiro pede colo, eu pego nele ele aconchega a cabeça no ombro e assim ficamos. Quando já está "satisfeito" faz o gesto para que eu o coloque na cama e depois manda-me embora, "xai"!!! Já viram isto??!!!

Hoje

Começou a chorar assim que o tirei do carro. Se isto continua assim, na segunda começa logo à saída de casa. Estou que não posso com isto tudo!!

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Nova Etapa

O meu filho iniciou ontem uma nova etapa, entrou para uma escola nova que por sua vez abriu as suas portas pela primeira vez. Foi um risco que corremos, eu sei, não é uma escola da qual tenhamos referência, pelo que acabou por ser mais ou menos um tiro no escuro. Mas por enquanto ainda não estou arrependida, o espaço é lindo, tem uma quinta pedagógica associada, está muito bem decorado, sempre na perspectiva do bem estar das crianças. Têm sem dúvida uma ideia para aquilo que pretendem do colégio, já têm experiência uma vez que possuem outras escolas. Mas acima de tudo têm um entusiasmo muito grande naquilo que estão a fazer, sente-se uma vontade imensa de que tudo corra bem e que, tanto os pais como as crianças, se sintam satisfeitos. Todos estes motivos e obviamente a redução monetária de 130 euros, levaram-nos a arriscar por esta nova escola.
Tal como já esperava o João ontem chorou muito quando o deixei, gritou por mim. Vim para casa com aquele som na cabeça "mamã", "mamã", "mia mamã"... como isto custa. Ao final do dia encontrei-o de leão na mão (não o largou o dia todo, segundo me disseram), correu para os meus braços e mostrou-me alguns brinquedos com que, provavelmente, brincou durante o dia. Disseram-me que a manhã foi complicada, mas que da parte da tarde se divertiu.
Hoje, e apesar de se ter dirigido para a porta de casa assim que lhe dei a mochila, ainda gritou mais do que ontem. Estavam no recreio, fiquei a observa-lo de fora, a educadora tentava debater-se com o choro e os gritos dele. Vim-me embora, mais uma vez com esta angustia que não me larga. Espero que passe, espero que se divirta, espero que se sinta feliz por lá.

Esta fase está a ser deliciosa, a linguagem desenvolve-se a uma grande velocidade e como consequência sinto que já comunicamos e é absolutamente mágico.

De resto cá ando, muito cansada, tenho pela frente meses de tanto trabalho que só de pensar fico assustada. Mas sinto-me diferente, não sei bem expressar em quê, este mês de férias foi tão diferente do ano passado... Sinto o coração cheio, aconchegado.... sou mãe.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Mais serena

Correu melhor do que esperava. Amanhã conto tudo, porque agora estou a cair de sono (à conta de uma noite muito mal dormida).

domingo, 31 de agosto de 2008

Amanhã

O meu filho querido vai entrar no novo infantário. Estou com o coração do tamanho de uma ervilha.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Nojo e Revolta

Em 2004 decidi fazer um seguro de saúde. Vários problemas de saúde na altura, justificaram a minha decisão. Sendo cliente da Caixa Geral de Depósitos, recorri aos serviços da Multicare. As coisas foram correndo relativamente bem, durante a minha gravidez praticamente todos os exames foram cobertos pelo seguro, assim como o parto. No ano passado sofri um agravamento nas minha condições em virtude de ter mudado de escalão etário. Tudo bem, fazia parte do contrato, aceitei pacificamente. Este ano decidi incluir o meu filho, a experiência do internamento e as suas constantes bronquiolites, influenciaram a minha decisão. Como dizia, tudo foi correndo bem até à presente data. Hoje recebi uma carta da Multicare a informar-me das actualizações das condições para o próximo ano em relação aos valores das consultas e dos exames médicos. Até aí tudo bem, mas no fim da referida missiva sou igualmente informada que o meu prémio mensal passará a ser de 131,74 euros, ou seja seja, foi-me feito um agravamento de mais de 100% (estou a pagar por volta de 61 euros). De acordo com o que está na carta e passo a transcrever os motivos devem-se a "fazer face à evolução crescente da sinistralidade, decorrente dos aumentos nos custos de saúde e de cada vez maior frequência da sua utilização". Como?????? Mas afinal estamos a falar de quê, de um seguro de saúde, ou de um seguro automóvel?? Não percebi e obviamente não aceitei, pelo que liguei de imediato para o apoio ao cliente da Multicare, para que me esclarecessem (na esperança de que tudo não passasse de um engano). Atendeu-me uma senhora muito simpática e muito "compreensível", que me deu a mesma justificação que estava na carta. Quando a questionei sobre o que poderia fazer para diminuir este valor a sua resposta foi pronta: "pode excluir-se a si e fica só o seu filho como segurado, ou então pode rescindir o contrato"!!!!!!!! Avisou-me ainda que mesmo que escolhesse outro pacote dentro dos que eles têm disponível, o agravamento acompanhava-me e para ter em atenção que poderia a ficar a pagar mais do que aquilo que iria pagar agora (os tais 131euros).
Quando pousei o telefone pensei para comigo " acabaram de me convidar gentilmente para sair do seguro". Não fiquei revoltada, fiquei enojada com isto tudo, com esta leviandade, com esta falta de escrúpulos com que as seguradoras tratam os seus clientes. Com certeza os seus milionários lucros reduziram ligeiramente e isso não lhes interessa, por isso trata de penalizar os que já são clientes e tentar angariar novos com propostas tentadoras.

É óbvio que vou rescindir o contrato, mas antes vou tentar saber junto da Deco, a legitimidade desta actuação. Mas sinceramente não acredito muito na eficácia das associações de consumidores, e julgo que casos como estes só se resolveriam com a desistência de todos os clientes ou potências clientes.
Por isso deixo aqui um alerta: se já forem clientes Multicare deixem de o ser, mais tarde ou mais cedo vão ser descartáveis para a seguradora. Se ainda não forem e estiverem a pensar em ser, desistam!

sábado, 23 de agosto de 2008

E aos 20 meses

Parece que estamos com uma crise de mãezite aguda!!!!! Amo-te meu filho

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Fim de semana

Não podia ter corrido melhor, tirando este Outono precoce que confesso, me entristece. O meu filho adorou estar com os avós, desta vez não houve choros, parecia que tinha acabado de estar com eles. Os avós esses, estão completamente embevecidos com o neto e emociona-me a felicidade deles. Assim como me emociona a capacidade do meu filho em "derreter" o gelo emotivo que o meu pai demonstra. Na minha presença o meu pai intimidava-se, mas quando os deixava sozinhos ouvia o meu filho rir às gargalhadas. Porque é que ele é assim?
O João encantou-se com os cães, com os coelhos e principalmente com as galinhas, lol. Muito se riu o meu menino. Tem novas palavras no seu vocabulário, mas as que eu destaco, pela graça que lhe encontro são, os "ó pá" e "atão", farto-me de rir!!
De resto, os meus receios foram infundados, perguntava pelo papá eu respondia-lhe que tinha ficado em casa e pronto, ficava por ali. Em contrapartida, passou o tempo todo a gritar pela mamã a "mia mamã", como eu tanto gosto de ouvir.
Ontem à despedida, notei o esforço dos meus pais para conterem as lágrimas. Eu não fui capaz.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Das férias e não só

Os dois dias de trabalho transformaram-se numa semana. Há dias em que me assusto com esta falta de tempo para não fazer nada. Estou a precisar de momentos só para mim, de me deixar levar pelos pensamentos, doutro modo embruteço.

As férias foram óptimas, mas curtas. O tempo esteve óptimo, propício a muitos banhos de mar, que souberam muito bem. O meu filho simplesmente adorou, esteve numa alegria imensa, logo que acordava as primeiras palavras dele eram "paia" e "aua", isto depois de pedir o chapéu e os óculos. Como a minha mana foi connosco, também deu para umas saídas à noite a dois, saboreando uns belos cocktails e umas frescas caipirinhas. É claro que também houve espaço para birras, e que birras!!! Aliás, elas têm-se sucedido com demasiada frequência e às vezes a paciência chega ao limite. Mas está lindo o meu João, já diz imensas palavras e constrói umas mini frases deliciosas tais como, "tá muito bom", "mina mamã" (esta é a minha favorita, hi hi). Está um mimoca, passa o dia a gritar (é mesmo aos berros) papá e mamã, quer a atenção dos dois e se não lha dermos amua, pede a "chicha" (xuxa) e o "ião" (o seu leão de estimação) e fica com ar de cãozinho abandonado, lol . Ou então inventa qualquer coisa para chamar a nossa atenção, tal como cair, bater com a cabeça em algum lado, etc (esta situação deixou-me um pouco preocupada).
Amanhã vamos de fim semana, visitar os avós que já não o vêem há algum tempo. Estou um pouco apreensiva, pois o meu marido não vai e tenho notado que ultimamente ele quer sempre a presença dos dois, mas penso que vai correr bem.

Continuo sem tempo para a blogosfera, vou lendo mas pouco comento. Espero retomar em breve.

Para quem vai de férias, desejo um bom descanso.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

O que é bom acaba sempre

Estou de volta, depois de uma magnífica semana de praia com os meus amores. Nos próximos dois dias vou ter que acabar um trabalho que deixei pendente e depois, até ao final do mês, vou continuar as minhas férias. Espero no final da semana retomar a minha actividade bloguística que tem andado um pouco descurada. Sinto saudades de vos ler.

sábado, 2 de agosto de 2008

Finalmente de férias

Já estou de férias e muito bem instalada. O meu João esteve tão feliz e entusiasmado que não pregou olho. Estou a postar do telemóvel mas não está a ser fácil visitar os vossos cantos. Um beijo grande para todas.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Momentos

Curioso como pequenos momentos podem tornar um dia estúpido num dia agradável. Hoje tive o prazer de conhecer pessoalmente a minha querida Ana e gostei tanto. Parecia que nos conhecíamos desde sempre. E que bonita que ela é!!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Estou fartinha

Trabalho e mais trabalho, tempo livre zero, lazer zero... estou tão fartinha, mas tão fartinha que só tenho vontade de gritar!!!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Só para que se saiba

Apareceu bem disposto, ufa, ufa!!! Bebé feliz, mamã feliz.

Adenda: mais uma vez estou sem tempo para comentar nos vossos cantinhos. Muito trabalho (e muita piscina he, he).

segunda-feira, 21 de julho de 2008

É só para ficar registado

O meu filho esteve tão bem disposto este fim de semana que se ao final do dia quando o for buscar à escolinha me aparecer tristonho novamente, eu juro que amanhã protesto.

É verdade, o meu João fez ontem 19 meses. Está lindo, esperto, reguila, brincalhão, falador(?), trocista... um amor!!!!

domingo, 20 de julho de 2008

sábado, 19 de julho de 2008

O que eu queria agora

Era estar no Campo Pequeno a assistir ao concerto do Lou Reed. Buááááá

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Água, água e mais água

Hoje foi dia de piscina. De manhã estava sentada ao computador a debater-me com os relatórios que tenho que concluir, quando pensei " e se fosse até à piscina dar um mergulhito? a esta hora não deve estar ninguém". Conforme pensei assim o fiz!! Fiquei dentro de água mais de uma hora, soube mesmo bem. Por volta das 17 horas fui buscar o meu pimpolho à escolinha e assim que chegámos a casa, lá fomos nós para a água. O João adorou e eu deliciei-me. Parece que finamente me deixei de m%#& e começo a usufruir o que esta casa tem de melhor.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Há dias complicados

E hoje foi um desses dias. De manhã, apercebi-me que o meu filho não tinha acordado bem disposto, fez birra para se vestir, fez birra para comer e fez birra para sair de casa. Fui deixá-lo ao infantário, assim que chegámos, e como é habitual, os outros meninos vieram ter connosco. Quando ponho o João no chão ele aproxima-se dum menino e dá-lhe um encontrão, que a pobre da criança cai no chão!! Fiquei de boca aberta... mas o que é isto? De seguida rumo a Lisboa para tratar de uma chatice estúpida de trabalho. A conversa não é agradável e eu enervo-me... esteve um calor abrasador e toda eu escorria suor. Finalmente vou buscar o meu filho e assim que chego ao infantário deparo-me com ele a chorar desconsoladamente. Tem sido assim ultimamente, não percebo o que se passa. Disseram-me que esteve o dia todo aborrecido, não quis participar em nenhuma actividade e assim que os pais começam a aparecer para levarem os filhos desata a chorar. Acredito que o facto da Educadora e da Auxiliar terem ido de férias na mesma altura (situação com a qual discordei) esteja a contribuir para este estado do meu filho, mas angustia-me saber que ele não está lá feliz.
Pensei que ao regressarmos a casa as coisas acalmariam, mas enganei-me redondamente, o João esteve impossível, queixoso, birrento, choroso e a mim, pareceu-me triste. Pede o leão ( o peluche que ele adora) deita-se no chão e coloca a cabeça em cima do boneco. Parte-se-me o coração. Se me aproximo para lhe pegar, não quer, protesta...A minha irmã estava cá, quando ela saiu desatou num choro que, sem querer, me fez chorar também. Desconfio que as ausências do pai o estejam a afectar, no fundo ele está sempre a ver as pessoas que ele gosta (o pai, a tia) a aparecerem e depois a desaparecerem. Não quis jantar, parecia que tinha fome, mas quando punha a comida na boca chorava, como se algo lhe doesse. Serão dentes? Hoje tinha gotas de baba a escorrer pelo queixo a tal ponto que tive de lhe mudar de camisola de tão molhada que estava. Desesperei, pois não estava a conseguir animá-lo e por isso na altura do banho, despi-me e enfiei-me na banheira com ele. Foi o melhor momento do dia. Espero que amanhã seja melhor...

terça-feira, 15 de julho de 2008

Coisas boas da blogosfera

Graça a uma menina muito querida que por aqui anda, consegui alojamento para poder passar uma semana de férias na praia. Estou tão contente que pareço mais criança que o meu filho, lol.
Obrigado Ana.


Claro que não me posso esquecer da minha querida Zá, a quem agradeço a atenção.

Continuo sem tempo para vos visitar, começo a sentir que estou a falhar com as minhas amigas virtuais, tal como por vezes acontece com as reais. Isto tem que mudar!

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Post mais ou menos longo

Tal como calculava continuo sem tempo para aqui andar. Como aqui referi sou profissional liberal, e como tal não tenho férias (no sentido de ter direito a x dias de férias). O meu trabalho distribui-se por todo o ano e o que aconteceu nos últimos anos é que nunca consegui um período de tempo em que não tivesse nada para fazer. Posso dizer que não tenho férias há cerca de 4 anos. Este ano decidi que tinha que ter, por isso ando numa correria doida para conseguir fazer o que estava programado para Agosto, de modo a poder parar durante esse mês. Assim, todos os momentos em que não estou com o meu filho, ou a comer, ou a dormir, estou a trabalhar!!
Felizmente tudo indica que vou conseguir, mas estou bastante desiludida pois não estamos a conseguir arranjar alojamento para ir para a praia. Antes do meu filho nascer, não tínhamos o hábito de ir para fora, íamos à praia mas ficávamos sempre por casa. Este ano queríamos muito fazer uma semana "clássica" de praia, principalmente por causa do João que, segundo a Pediatra, para os problemas que ele tem tido, era o melhor que lhe podíamos dar. Mas como dizia, como não tínhamos esse hábito nunca estabelecemos contactos. Tenho pesquisado na net, mas ou está tudo ocupado ou é muito caro!!
O João está lindo, mas muito birrento, não sei o que se passa com ele (este assunto vai ter que dar um post, pois confesso que estou preocupada). Fomos à consulta dos 18 meses, continua elegante (percentil 10-25), de estatura mediana (percentil 50) e um cabeçudo (percentil 90). Hoje foi dia de vacinas, chorou tanto o meu pequeno, mas depois passou.
Não tenho comentado mas tenho ido aos vossos cantinhos.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Estou Viva

e com vontade de viver, lol. Tenho tido muito pouco tempo para aqui andar, mas espero retomar com mais frequência (será?).

(Foto do dia da festa, depois da grande choradeira!)

terça-feira, 1 de julho de 2008

Será?

Será que o João percebeu que o ensaio da marcha tinha acabado na sexta feira, após a festa? É que esta semana tem ficado no infantário de uma forma tão pacífica, que só me ocorre esta relação.

Amanhã, e de forma a evitar que ele fique no infantário 11 horas, a tia (minha mana) vai lavá-lo e buscá-lo. É a primeira vez que tal acontece, vamos ver como corre.

domingo, 29 de junho de 2008

Dia a Dia

Tenho andado um pouco alheada da blogosfera, não só dos outros blogs mas também do meu. Reparo que a minha vida se tem limitado ao trabalho e a tratar do meu filho, não havendo muito espaço para outras actividades como ler ou ver televisão. E é claro que isso se reflecte na "falta de assunto" para escrever. Ultimamente, pouco tempo depois de me sentar ao computador, invade-me o sono tal que me obriga a ir para cama bem mais cedo daquilo que era o habitual.
Não estou aqui a queixar-me que o meu filho me rouba tempo, nada disso, apenas estou a constatar uma realidade: a minha vida mudou.
Mas escrever sobre o meu filho também me agrada. Ele, que mais uma vez anda adoentado, com tosse, ranho no nariz e febres (não muito altas). Na sexta feira passada decorreu a festa de fim de ano na escolinha do João e claro que os papás não falharam. A escola organizou uma marcha popular ( no âmbito dos Santos) e o meu filho lá foi de vestido de pescador. Mas à semelhança do que se tinha passado ao longo da semana (enquanto ensaiavam), o João não gostou do evento e esteve o tempo todo a chorar. O meu pequenino a marchar e a chorar deixou-me o coração destroçado, coitadinho. Segundo a Educadora e a auxiliar, o problema era a música, ele não gostava de dançar aquela música. Cá para mim o meu filho é um tímido, como a mamã dele.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

várias do meu filho

E para quebrar este clima, nada melhor que escrever sobre o meu filho. Pois bem, em ralação à linguagem, tenho que admitir que ele não deu um salto, mas sim um triplo salto. Já perdi a conta à quantidade de palavras, (umas mais bem pronunciadas que outras, é certo) que este menino já vai dizendo. Não vou aqui enumera-las todas, mas para terem uma ideia da peste, deixo aqui ficar aquela que ele diz sempre que me ponho à frente da televisão, ou quando não o deixo ir a algum local: "chai", que é como quem diz "saí"! Está bonito...

Está um mimoca, mesmo muito mimoca, finge que chora, arrasta os pés, atira-se (com muito cuidado) ao chão, só visto!!!!

Agora vou contar-vos a saga que têm sido as minha manhas: pois bem, aqui a vossa amiga, decidiu um dia e a conselho da pediatra, variar o pequeno almoço. Em vez do habitual biberon de leite, houve um dia (ao fim de semana) que experimentou dar-lhe uma taça de cereais. É claro que o meu filho gostou. No dia seguinte, já dia de semana e com a pressa habitual das manhãs, pego no biberon para lhe preparar o leite. Pois bem, o jovem desatou num berreiro e começou a apontar para o armário onde eu tinha arrumado o pacote de cereais. Desde esse dia, que o pequeno almoço é constituído por uma taça de cereais. E qual é o problema, perguntam vocês? O problema é que ele tem demorado cerca de meia hora para comer e eu tenho chegado atrasada a todo o lado. Hoje gostava de ter gravado a minha manhã enquanto o meu filhote tomava o seu belo pequeno almoço: ele com a colher, a encher a boca até não poder mais, eu com outra na mão, para lhe dar nos intervalos que ele ia fazendo. Quando finalmente já só estava leite na taça, dou-lhe a palhinha para ele beber o leite e para meu espanto, começa a dizer que não, que não quer, e grita "mai". Mais???? OK, uma mãe não nega nunca comida ao seu filhote, por isso e embora contrariada, lá lhe ponho mais cereais na taça. De repente cometo um deslize (na altura, não previa as consequências) e digo-lhe " despacha-te filho que a mamã está com pressa". Pois bem, o jovem pousou a colher e começou a comer as belas das estrelitas, uma a uma, com as mãos!!! Moral da história, ou começo a tira-lo da cama mais cedo, ou qualquer dia o meu dia de trabalho começa ao meio dia, o que não me convém nada.

Há dias assim

Peço desculpa pelo post anterior, mas por vezes o desespero de não me sentir bem é tão incontrolável... Como eu costumo dizer, eu já "levo" comigo há 37 anos, já estou habituada aos meus estados de espíritos, agora os outros (também vos inclui a vocês, que pacientemente ainda me lêem) terem que levar também, é que me chateia. Nestes dias gostava de me tornar invisível, seria muito mais fácil.
Hoje já estou melhor, amanhã ainda estarei mais. Obrigado a todas.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Não tenho título para este post

A tristeza e o mal estar voltaram em força. Há dias como o de hoje, que me pergunto o que é que eu ando aqui a fazer. A minha vida tem sido uma sucessão de asneiras atrás de asneiras e parece que nunca mais aprendo. O meu filho não merece uma mãe assim, o meu marido não merece uma mulher assim.

domingo, 22 de junho de 2008

Ontem

finalmente estreámos a piscina. O meu filho adorou (e aqui a mamã também) de tal maneira que foi complicado tirá-lo de lá. Hoje acordou ranhoca, só espero que não passe daqui.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

18 meses de um amor infinito

(Foto retirada)
Primeira foto tirada ao João.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Várias

A minha mãe já se foi embora. Saiu de cá babadíssima com o seu neto que não se cansou de a chamar vovó. Gostava de a ter mais perto.

Hoje fui visitar uma amiga e o seu lindo bebé que nasceu na terça feira. Enquanto olhava para ele, que dormia como um anjinho, fiz um esforço para me recordar que o meu filho já foi assim pequenino. As hormonas saltitaram, lol.

De manhã, quando deixei o João no infantário desatou a chorar. Como cheguei mais tarde (o meu filho faz questão de comer uma bela taça de cereais logo pela manhã, o que faz com que me atrase sempre) os meninos da sala dele estavam no ensaio para a festa de fim de ano. Segundo a Educadora ele estava a chorar porque não estava a achar grande graça ao evento e não gostava de dançar aquelas músicas. Pela amostra a festinha vai ser uma animação, ai vai vai.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Preciso de Férias

Estou exausta, preciso de dormir dois dias seguidos. A minha mãe está por cá, por isso tenho que aproveitar para estar com ela.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Cabeça fértil

Isto de ter um filho à guarda de outras pessoas não é nada fácil. Ontem quando fui buscar o meu filho ao infantário encontrei-o a chorar desconsoladamente, veio a soluçar até casa. Perguntei o que se passava, disseram-me que estava rabugento. Esta minha cabeça fértil, começa logo a fazer filmes. À noite durante o banho ele voltou à sua brincadeira favorita, alinha os patos no rebordo da banheira e depois em dedo riste, "discute" com cada um deles. Esta minha cabeça fértil, começa logo a fazer filmes.
Hoje perguntei à Educadora se algo se passava, pois parecia-me que o João não demonstrava vontade de ir para lá e que o tinha encontrado a chorar. Respondeu-me que ele tinha estado bem o dia todo, só não gostava que o pusessem na sanita. Contrariamente aos dias anteriores foi satisfeito para a sala brincar com os outros meninos. Admito que os dentes o estão a incomodar, já conheço o meu filho e ele está nitidamente com a "disposição dentes", por isso espero que tudo não passe de "filmes" desta minha cabeça fértil.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Momentos

Mudei de casa vai fazer agora em Setembro dois anos. Foi uma mudança um pouco radical, pois fui viver para um local afastado cerca de 30 km de Lisboa, deixei um "miniapartamento" para um pequena moradia, afastei-me do mar e instalei-me no campo. A adaptação não foi nada fácil, para além de não conhecer ninguém, identifico-me muito pouco com as gentes de cá. Mas pela primeira vez desde que aqui moro, apercebo-me do privilégio que acabo por ter pelo facto de estar aqui. A casa está num condomínio fechado, com piscina (que eu nunca utilizei), espaços verdes comuns (tenho também um pequenino jardim) e parques infantis. Hoje pela manhã, a seguir ao pequeno almoço, peguei no meu filho e fui com ele até um dos parques. Andou de baloiço, de escorrega, correu, saltou e riu muito. Da parte da tarde fomos tratar do jardim, e mais uma vez o meu filho foi feliz, correu na relva, caiu, riu, jogou à bola e ainda ajudou o papá e a mamã a tratar do jardim. Só por ele valeu a pena a mudança.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Juro que não ando a tomar nenhum speed

Dizem aqui por casa (a minha mana e o meu marido) que ando com uma energia que os cansa só de assistirem. Admito que sim, até a mim me impressiona a quantidade de coisas que consigo fazer num dia, sem parar. Não sei o porquê, se tem a ver ou não com os antidepressivos (lol), mas desconfio é que o motivo principal é que se me atrevo a parar, pura e simplesmente caio para o lado. É como estou agora, mais morta que viva. Por isso, e pela primeira vez desde há muitos meses, vou-me deitar antes da meia noite.

A todas agradeço a preocupação com o meu filhote, que apesar de ainda não estar bem, se encontra a melhorar.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Maldita tosse

Quando finalmente me sento ao computador prontinha para ler os vossos cantinhos, eis que o meu filho tem um ataque de tosse tão forte que, pela primeira vez, lhe provoca o vómito. Tive que o tirar da cama, mudá-lo de roupa, mudar a roupa de cama, deitá-lo novamente e fazer-lhe uma nebulização. Com tudo isto está na hora de me deitar, pois amanhã é um dia muito longo para mim. Mas será que estas tosses não têm fim?

terça-feira, 3 de junho de 2008

Que bem

que me soube ler os vossos comentários no post anterior. Obrigado a todas, do fundo do coração.
Tenho andado mais ausente apenas por razões de trabalho, decidi disciplinar-me e pôr todo o trabalho em dia e só depois dedicar-me ao lazer. Claro que não tem sobrado tempo para a parte do lazer, que inclui visitar os vossos cantos e actualizar o meu. Espero no final da semana estar um pouco mais liberta e assim poder dedicar, com prazer e de cabeça limpa, o meu tempo a ler as vossas novidades.
O meu João está a crescer a olhos vistos, já começou a soltar a língua e tem sido engraçado ouvir as novas palavras que vai dizendo. A principal é o "não", com todas as letras e a sonoridade certa. Repete-a até à exaustão: "João vamos à sopa?" "Não", responde-me prontamente; "João vamos ao banho?" "Não"; "João vamos fazer ó ó?" " Não" etc., etc., etc.
Mas não fica só pelo "não", já diz pão, mão, pé, meia, "papato" (sapato), "ião" (leão), mola, bola, cão, e mais algumas que agora não me recordo. Admito que é uma tagarela, está sempre a "falar" embora nem sempre o entenda, lol.
Parece-me estar a passar uma fase de alguma agressividade, sempre que é contrariado, zanga-se e levanta a mão, mas acho que andam por aí uns dentes a aborrecê-lo.
Apesar desta aparente agressividade, continua a ser um doce de menino, o meu doce menino.

sábado, 31 de maio de 2008

1 ano à Descoberta

Só já no final do dia é que reparo que este meu canto completa hoje 1 ano de existência. Até agora só tenho tirado coisas boas deste mundo da blogosfera e espero assim continuar. A todas que têm paciência de me ler e a todas (onde habitualmente comento, mas também onde não o faço) que com muito prazer leio, um muito obrigada.

Adenda: infelizmente, hoje é o dia em que a minha querida Luz (cujo blog foi o primeiro que li)decide fazer uma pausa. desencantada com este mundo. Que volte depressa.

terça-feira, 27 de maio de 2008

O meu novo lema de vida é

"Mais vale não comer do que deixar passar o prazo de entrega e pagamento do IVA".
Estou "passada" e na bancarrota.

O que vale é que o meu filho já está melhor e está cada dia mais engraçado!!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

E para não variar

O meu filhote está novamente doente, cheio de tosse e com alguma febre. Voltámos às nebulizações e à ginástica respiratória. Andava tão bem o meu menino...

domingo, 25 de maio de 2008

Politiquices

Ao ouvir o que os candidatos à liderança do PSD têm para oferecer começo a ficar seriamente preocupada com as escolhas que vamos ter nas próximas eleições. Há um partido de esquerda (PCP) que a única preocupação é manter o seu status quo, ou seja garantir o que tem, e a mais não aspira. Há outro partido de esquerda (BE) que não aspira a nada que não seja ser oposição. Depois temos um partido liberal (PS) e outro ultra liberal (PSD). Do CDS-PP não falo, pois parece-me que nesta altura não tem espaço (a não ser que se assuma como partido nacionalista). É caso para dizer "venha o Diabo e escolha"!!!!

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Mão leve

Hoje quando fui buscar o meu filho ao infantário, cheguei à sala e lá estava ele a brincar num dos cantos. De repente aproxima-se outro menino e tenta tirar-lhe o brinquedo, o meu filho grita, levanta a mão e zás, bate-lhe. Fiquei de boca aberta... Afinal a mão leve não é só com a mamã!!! Como é que se travam estas atitudes? Isto de ser mãe é mais complicado do que eu pensava, lol.

terça-feira, 20 de maio de 2008

17 meses

(Foto retirada)

É ou não é a coisa mai linda? (mãe babada, é o que eu sou!!)

Adenda: continuo sem tempo para vos comentar.

domingo, 18 de maio de 2008

Estive

ausente estes dias por dois motivos: o primeiro deveu-se ao trabalho acumulado, que tinha forçosamente de ser posto em dia, e o outro é porque esteve cá a minha mãe e eu quis desfrutar da sua presença. Teria sido uma óptima semana não fosse esta primavera tristonha, esta falta de dinheiro galopante, este cansaço que não me larga e a falta de tempo para blogar.

O meu filho continua a ser a luz dos meus olhos, delicio-me a assistir ao seu desenvolvimento, à descoberta que está a fazer do mundo... Quer muito falar, mas raramente o entendemos, mas de dia para dia a linguagem vai-se desenvolvendo cada mais vez mais.
Na escola já tem feito xixi no bacio e nesta sexta também fez cocó (que estranho escrever isto, lol), mas em casa os pais estão um pouco perdidos nesta coisa do desfralde e não temos feito nada.

Não tenho comentado nos vossos blogues mas tenho lido quase tudo. Espero para a semana ter um pouco mais de tempo e de inspiração, que por aqui não tem abundado.

terça-feira, 13 de maio de 2008

O meu pequenino vaidoso

O meu filho já está melhor, duas sessões de ginástica respiratória, umas nebulizações com atrovent e muito soro no nariz, impediram que a doença avançasse mais. Agora, está com algumas secreções mas já não tem tosse. Aqui a mamã é que ficou doente também. No sábado acordei cheia de dores no corpo e com muita febre. Ontem já tinha passado, tirando a alguma tosse e dor no peito, estou bem. Não entendo estas febres!!!

O meu filho está cada dia mais engraçado. A minha mana ofereceu-lhe uns ténis vermelhos muito giros. Hoje calcei-lhos pela primeira vez. À hora de almoço liguei para a Educadora (não costumo ligar todos os dias, mas hoje deixei-o tão cedo, que estava preocupada), disse-me que o João estava bem disposto, que tinha comido bem e que andava todo contente a exibir os ténis novos. Contou-me que a auxiliar faltou de manhã e assim que ela chegou o meu querido filho esticou-lhe o pé para que ela visse os seus belos ténis novos. Fartei-me de rir.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Coisas parvas

Já aqui tinha referido que gosto de ler revistas, ditas femininas. Há duas coisas que me irritam sempre nestas revistas: a primeira são os artigos alusivos às super mulheres, isto é, às mulheres que se desdobram no tratamento dos filhos (boas mães, portanto), nas suas profissões (boas profissionais), nas lides de casa (boas donas de casa) e ainda satisfazem o marido (amantes perfeitas). Ora para mim isto soa-me mais a escravas do que a super mulheres, mas enfim...
A segunda são as entrevistas das manequins (ou modelos?) que, invariavelmente todas gostam de comer e comem de tudo, o prato favorito delas é batatas fritas com bife, em pequenas eram maria rapazes e o pior defeito que têm é a teimosia.

Novamente doente

O meu filho está novamente doente. Começou com rouquidão, passou para uma pequena tosse, alguma ranhoca e agora muita tosse e febre. Ontem iniciei o tratamento, Atrovent, Ventilan e esta noite já tossiu menos. Espero que não avance para mais uma bronquiolite.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Gostava

Tanto de não ter nada para fazer, poder estar aqui os dia inteiro a navegar na blogosfera, a escrever post sobre tudo e sobre nada, a comentar nos outros blogues... Mas não posso!!! Buááá

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Fim de semana

Na sexta lá fomos os três à terra, eu, o meu filho e a minha irmã (a tiáaa, como o João aprendeu a chamar). O meu marido ficou por cá, para poder trabalhar na sua tese em paz. As três horas de viagem, contrariamente ao que eu esperava, até nem correram mal. Ele não pregou olho, mas também não protestou muito. À chegada a casa dos meus pais, desatou num berreiro enorme, estranhou o espaço, mas passado pouco tempo acalmou e estava ambientado como se aquela fosse a sua casa.
Estes dias correram bem, eu descansei, brinquei com o meu filho e passeei pela cidade, que nesta altura do ano tem para mim um encanto especial. O meu filho riu muito, brincou, correu, mexeu na terra, encantou-se com as flores, carinhosamente tratadas pela minha mãe, dormiu muito e bem... Em suma, esteve feliz!! No sábado, sem qualquer explicação aparente, abateu-se sobre mim uma tristeza , chorei como um bebé, soluçando sem conseguir parar. Não sei porquê, mas as idas a casa mexem muito comigo, há uma mistura de sentimentos, de sensações, umas saudades que nem sem bem de quê... Mas rapidamente passou. Ontem, dia da mãe, foi o dia de regresso, almoçámos em família e seguimos viagem.
Na memória trago uma imagem, daquelas que sei, que vou reter para o resto da minha vida. Enquanto eu arrumava a tralha no carro, a minha mãe foi passear com o João para o quintal. De repente olhei para eles, estavam os dois de mãos dadas, no meio das rosas, dos amores perfeitos, das margaridas e dos girassóis. Emocionei-me.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Vou para fora

Cá dentro. Bom fim de semana.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Crise

Comprei o meu actual carro em Dezembro de 2004. Quando saí do stand enchi o depósito com 27 euros (gasóleo). Hoje, quatro anos depois abasteci, e paguei 42 euros!!!! Onde é que isto vai parar?

domingo, 27 de abril de 2008

Coisas que me têm feito bem

- Ver o meu filho brincar.
- Os beijos do meu filho.
- O sorriso lindo do meu filho.
- Ver cinema. Até ao final do ano tenho acesso de borla aos canais tvcine da Tv Cabo. São uma treta, é certo, os filmes repetem até à exaustão, mas sempre vou vendo alguns filmes que não vi no cinema. Os dois que mais gostei foram " O Ilusionista" e o "Perfume" (fiquei com vontade de ler o livro).
- Ouvir música. Às vezes esqueço-me do bem que me faz ouvir música, boa música. Assim no meu leitor de CD tem passado "Noites do Norte" do Caetano Veloso, "Another Day on Earth" do Brian Eno, "La Revancha del Tango" dos Gotan Project e "Strange Angels" de Laurie Andersen.
- Para completar, só falta recomeçar a ler, tenho tantos livros que fui comprando mas que ainda não li.
- Claro que não posso deixar de referir os antidepressivos que ando a tomar (fraquinhos, segundo o médico). Um deles tem na bula uma frase absolutamente fabulosa, ora leiam: "xpto está indicado no tratamento da depressão (doença associada a sentimentos de tristeza e melancolia, bem como alterações do sono e incapacidade de apreciar o bem estar da vida.)" É ou não é irresistível?

A espuma dos dias

Gostava de escrever um post animado, afinal têm estado uns dias lindos de sol. Mas depois de um dia inteiro passado em limpezas, a inspiração é nula. Este blog precisa de vida.

Adenda: o título do post não tem a ver com nada, mas como não me lembrava de nenhum, adoptei este de um livro do Boris Vian.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

domingo, 20 de abril de 2008

Da semana

A semana começou com despesas e acabou com despesas. Na segunda feira, enquanto enchia o depósito do meu carro, há um senhor que se aproxima e me avisa de que tenho duas bolhas descomunais num pneu, que a qualquer altura pode rebentar. Claro que não tive outra alternativa que sair dali e ir trocar o dito pneu com bolhas. Lá, aconselharam-me a mudar os dois pois o carro podia ficar desequilibrado, blá, blá, blá. Conclusão, foram 110 euros que "voaram", sem eu estar a contar. Na sexta feira ao tentar estacionar o carro ouço um barulho, semelhante a chapa a raspar em chapa. Saio do carro e vejo o outro escavacado dum lado, #$% só a mim. Mas o melhor estava para vir, descubro que o dono do carro é, nem mais nem menos que a minha psicoterapeuta!!!! Ok, podem rir, porque apesar de tudo, foi o que fiz, não consegui parar de rir... Hoje ligou-me, a brincadeira vai ficar em 80 euros!! Moral da história, ando a trabalhar que me desunho para pagar despesas estúpidas, havendo tantos spas e afins a chamarem por mim.

Na quinta feira fui a um médico de clínica geral, este cansaço, esta tristeza que não passa e umas dores de pernas muito intensas, justificaram a ida. Saí de lá com uma carrada de exames para fazer e uns medicamentos para tomar (antidepressivos).

Ontem, fui fazer uma TAC à coluna lombar, e como tinha que estar em jejum durante quatro horas aproveitei e fiz também as análises ao sangue. O exame estava marcado para as 12h40, hora em que o meu filho almoça normalmente, o que impossibilitou que ele e o meu marido me acompanhassem. Quando lá cheguei a minha cabeça latejava, de tanto me doer, muito provavelmente por estar desde o dia anterior sem comer. Tirei o sangue, logo se seguida fiz a TAC e concluídos os exames rumei rapidamente ao café do hospital para comer qualquer coisa.
Fiz o pedido, sentei-me na mesa, abri o jornal que entretanto tinha comprado (já não fazia isto há tanto tempo), e de repente começo a sentir-me mal. Desaperto disfarçadamente as calças, tento relaxar, digo a mim mesma que está tudo bem, mas vou ficando cada vez pior. Sinto um frio horrível no rosto, a indisposição piora, começo a ter náuseas, levanto-me da mesa e tento sair dali, não consigo abrir a porta, digo às empregadas que não me sinto bem e...zás, vomito, ali mesmo, em pleno café. Que vergonha que senti, já detesto vomitar mas fazê-lo em público foi demais para mim. A seguir a este triste espectáculo, fiquei bem e regressei a casa.
Há semanas fantásticas, não há?

16 meses

O meu lindo, maravilhoso, sensacional filho, completa hoje 16 meses de vida. Tem evoluído tanto o meu menino. Depois de quase duas semanas em que não andava nada bem, muito murcho, triste, totalmente dependente da chucha e do amigo inseparável, está de volta na sua boa disposição a que estamos habituados. Andava muito preocupada, claro que esta cabeça fértil já andava a fazer uns filmes, de que o meu filho estava com uma depressão, etc, etc.lololol E se a tudo isto juntar o facto de ter começado novamente a chorar sempre que o deixava no infantário, temos uma mãe à beira de um ataque de nervos!!

Mais uma vez atribuo este comportamento ao mal estar que o nascimento dos dentes lhe tem causado.

Felizmente o fim de semana foi bem pacífico, esteve sempre bem disposto, as birras foram poucas o que nos deixou mais descansados. Está outra vez um "televisivo", não larga o Baby Tv (principalmente o litle chiken), põe-se de frente para a televisão, em pé, encostado ao sofá e nem pestaneja.

Anda entusiasmado com as palavras, palra imenso, tenta comunicar connosco e fica tremendamente irritado quando não o entendemos. Começa a alargar o seu muito restrito vocabulário. Até agora era um economizador de palavras, por exemplo, baba, servia para chucha, água, bolacha e bola. Ultimamente já se percebe um ábua(água), uma boa (bola), pelo que considero que está a melhorar, lol.

Posso dizer que o meu pequenino come de tudo, continua a ter predilecção por arroz e pêras, mas hoje surpreendeu-me ao comer deliciado um bife grelhado.

Gosto tanto do meu filho, apesar de todas as dúvidas e angústias sou muito feliz por o ter comigo, muito mesmo.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Recomeço

Não sei se estou melhor, ou pior, mas sinto muitas saudades de por aqui andar. Ausentei-me porque não me sentia capaz de escrever, de ler e de comentar. Ausentei-me porque achei que este mundo dos Babyblogs, às vezes demasiado cor de rosa, me estava a perturbar. Ausentei-me porque não queria expor-me ainda mais do que fiz até agora. Ausentei-me porque não quero transformar este meu canto, criado com o nascimento do meu filho, num espaço triste e angustiante. A verdade é que há muito tempo que não estou bem, e acreditem, que apesar das minhas angustias e inseguranças, eu não costumo chegar ao ponto onde cheguei. Tenho as minhas quebras, tenho os meus momentos de tristeza, mas não com esta dimensão. A razão é já sobejamente conhecida por quem me lê e, se no início senti "à vontade" para aqui expor o assunto, nos últimos tempos tal deixou de acontecer. E claro que o resultado foi pura e simplesmente, querer "fugir" daqui.
Pensei muito em tudo isto nestes dias, se deveria continuar ou se deveria acabar com o blog e cheguei à conclusão que quero muito manter este canto, mas só o consigo fazer se "puder" escrever o que me vai na alma, correndo o risco de me expor nas minhas inseguranças, e de um dia me arrepender de o ter feito. Mas é assim que tem que ser.
Contrariamente ao que é habitual (seja lá o que isso for), o meu filho prefere o pai, e demonstra-o claramente. É nele que procura o mimo e o conforto e nestes momentos é melhor eu não aparecer pois as birras são descomunais. Se quer o pai, tem que ter o pai. Nunca escondi que isso me entristece, e que não tenho lidado bem a situação, mas tenho feito um esforço muito grande para, pelo menos, aceitar. Acredito que me considerem infantil e insegura, mas digam-me sinceramente, como é que se sentiriam perante as seguintes situações:
Vão buscar o(a) vosso filho(a) ao infantário com o pai, invariavelmente, ele(a) corre para os braços do deste, o pai afasta-se para ir buscar o casaco dele(a), e o vosso filho(a) desata a chorar porque quer colo, vocês vão para pegar nele(a) e ele(a) deixa-se cair. não é o vosso colo que quer.
O(a) vosso filho(a) dá uma queda, chora desconsoladamente, vocês estão mais próximas e acorrem de imediato. O(a) vosso filho(a) não para de chorar e começa a esticar os braços para o pai, este pega nele(a), o vosso filho(a) aconchega a cabeça no ombro do pai e cala-se.
O pai num momento de carinho, dá-vos um abraço, o vosso filho(a) aproxima-se e agarra-se às pernas do pai, este pega nele(a) e decide continuar o abraço a três. De repente vocês começam a sentir umas mão pequenas a empurrarem-vos, e quando vocês se afastam, dá um abraço carinhoso ao pai.
Chegam a casa, depois de um longo dia de trabalho, estão cheias de saudades do(a) vosso (a)menino(a), saíram tão cedo que nem o(a) viram. Abrem a porta e o vosso filho(a) aparece, faz-vos um sorriso lindo, pegam nele(a) e ele(a) de imediato desata a chorar e a esticar os braços para o pai.

Estes foram algumas das muitas situações que ultimamente têm ocorrido e que, confesso, me fizeram " cair no fundo". Ultimamente tenho adoptado outra estratégia que é estar atenta e valorizar os momentos de carinho que ele tem comigo, como hoje por exemplo em que da sala, me atirava com beijinhos, enquanto eu estava na cozinha. Ou os abraços que damos depois do banho com ele enrolado na toalha e nos meus braços. Tenho procurado valorizar o facto de ele, na ausência do pai, querer sempre que eu esteja por perto, e que me procure da mesma forma que procura o pai, quando este está presente. Tenho procurado valorizar o facto de ele indescutívelmente, estar mais calmo quando está só comigo, também há birras, é certo, mas em muito menor número. Tenho procurado valorizar, o facto de ele, em momentos de maior stress, como nas sessões de ginástica respiratória, ou nas vacinas, sentir segurança com a minha presença. E principalmente tenho procurado ter sempre presente que eu sou a mãe dele.

Adenda: a todos agradeço o carinho, foi e ainda é muito importante para mim. E mais uma vez peço desculpa por voltar ao tema, mas tinha mesmo que escrever isto, senão não conseguia regressar.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

...

Não vou esconder, já escrevi três post de despedida mas não fui capaz de publicar nenhum. A verdade é que quero continuar a ter este canto e visitar os vossos. Não ando bem, desde Domingo que tenho tido febre, nada me dói, não estou com gripe, nem constipada, apenas tenho febre e uns tremores horríveis. Hoje não consegui sair da cama, e só ao final do dia a febre desapareceu. Desconfio que é o corpo a ressentir-se da mente.
A minha história tem piorado de dia para dia, mas sobre isso não quero, nem consigo escrever.
Muito provavelmente estarei por uns dias mais ausente, pois quero continuar a ser genuína no que escrevo aqui e nos comentários que deixo nos vossos blogs.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Fim de Semana

Foi um fim de semana sem doenças o que foi muito bom, mas foi repleto de birras o que foi muito mau. Perdi a conta às vezes em que se atirou para o chão (com cuidado é claro, que é para não se magoar), enfiou com a cara entre os braços e gritou (atenção, não chorou). O motivo é quase sempre o mesmo: a bela da bolacha maria. O meu filho é adito de bolachas e se o deixássemos passava o dia a comer as ditas. Ora aqui os papás consideram que o "petiscanço"de bolachas acaba por lhe retirar apetite para as refeições principais e toca de cortar, e claro, o resultado foi aquele que referi. Confesso que tenho feito um esforço para me manter séria pois cada vez que vejo o meu mini jovem naquela figura, só me dá vontade de rir. Será que já é o começo das famosas birras?

Agora agradecia que as minhas queridas amigas me dessem a vossa opinião sobre a possibilidade de mudar o meu filho para outro infantário. Acontece que vai abrir em breve um novo colégio aqui na minha área de residência, o projecto é francamente interessante, estará integrado numa quinta pedagógica, para a idade dele já inclui actividades como o Inglês, expressão corporal e ginástica e por fim, mas não menos importante, irá representar uma diminuição de 120 euros por mês.
Não estou insatisfeita com o actual, mas 420 euros custam muito a pagar (como eu costumo a dizer a brincar, saem-me bem do corpinho), mas é claro que tenho muito medo da adaptação, tenho medo que ele já esteja habituado a este e sinta muito a mudança. Que me dizem?

sexta-feira, 4 de abril de 2008

A melhorar

O meu João já está melhor. Ontem a Pediatra diagnosticou-lhe uma faringite e receitou-lhe um antibiótico. Desde ontem que a febre passou e estou cheia de vontade de não lhe dar o dito antibiótico, pois se não lhe foi efectuada nenhuma análise como é que se sabe se a origem é viral ou bacteriana? Apesar da febre ter desaparecido continuo preocupada, está tremendamente rabugento, quase que não come e está a beber imensa água, como nunca o tinha visto beber. De resto, tem estado em casa comigo desde quarta-feira, só quer ir para a rua, mas sinto que não está o mesmo menino de antes, algo o incomoda.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

E para não variar

O meu filho está novamente doente. Desde Sábado que tem tido uma febres, mas hoje piorou, está queixoso, está irritado e tem quatro dentes a sair!! Amanhã vou com ele à Pediatra para que ela o observe. Estou tão cansada destas doenças que, desde Novembro, não largam o meu lindinho.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Desafio da Luz

A Luz lançou no seu blog o seguinte desafio: enumerar abertamente, 7 defeitos e 7 virtudes.
Defeitos: insegura, pessimista, inconstante, insatisfeita (estou bem onde não estou e só quero ir para onde não vou), desorganizada, fatalista, perfeccionista.
Virtudes: simpática, prestável, honesta, trabalhadora, justa, de espírito aberto (não gosto da palavra tolerante, mas não encontro uma que a substitua), sonhadora (não sei bem se é virtude ou defeito, mas enfim...).

domingo, 30 de março de 2008

Dúvidas de mãe

Na sexta feira fui falar com a Educadora do meu filho a fim de tomar conhecimento da "avaliação" que ela lhe fez. Em termos gerais disse-me que o meu filho é muito meigo e bem disposto, relaciona-se bem com os outros meninos e também com os adultos. É confiante, tímido (sai à mãe) mas também extrovertido. Em termos de autonomia está óptimo (concordo plenamente) e tem boa coordenação motora. A linguagem é muito pobre mas suficiente tendo em conta a idade.
Segundo ela o meu lindinho é instável, tanto pode estar a rir, como de repente desatar num berreiro descontrolado. Confesso que fiquei preocupada. Acrescentou como ponto a melhorar o facto de lidar mal com pequenas frustrações, não gostar de ser contrariado e como consequência fazer algumas birras. Se em relação à instabilidade fiquei surpreendida, já no que diz respeito a este ultimo aspecto nem tanto. Já há muito tempo que me tinha apercebido da sua dificuldade em lidar com a frustração, nomeadamente quando ao brincar, não consegue fazer alguma coisa (juntar legos, encaixar peças, colocar uma tampa numa garrafa, por exemplo). Sei que o meu filho é muito pequenino ainda, mas francamente não sei bem o que fazer para contrariar estes dois aspectos, nomeadamente a sua instabilidade.

Exercício de Autoconvencimento (pode ser que resulte)

Tenho que ficar bem, tenho que ficar bem, tenho que ficar bem...
Eu vou ficar bem, eu vou ficar bem, eu vou ficar bem...
Eu mereço ser feliz, eu mereço ser feliz, eu mereço ser feliz, eu mereço ser feliz, eu mereço ser feliz, eu mereço ser feliz

sexta-feira, 28 de março de 2008

quarta-feira, 26 de março de 2008

Sem

Disposição e sem vontade de escrever é como ando. Volto quando os meus níveis de serotonina estiverem em alta e quando tiver mais paciência para me aturar.

terça-feira, 25 de março de 2008

Ímpetos burgueses

Assumo que sou... de esquerda, ou melhor (que isto de ser de esquerda ou de direita, nos dias de hoje não faz muito sentido) sou defensora da existência de um Estado justo (lol) que garanta que todas as pessoas, independentemente da sua raça, credo ou posição social tenham igual acesso aos bens considerados básicos assim como aos serviços de saúde sem esquecer a educação. Vem esta lenga a lenga a propósito da minha ida ao, ainda recente, hospital da Luz (fazendo uso do meu burguês seguro de saúde). Assim que lá cheguei não consegui evitar um abrir de boca de espanto ao deparar-me com aquelas luxuosas e confortáveis instalações. Sala de espera espaçosa, gabinetes médicos bem decorados, o pormenor das macas (não sei se é este o termo certo) onde as crianças são observadas com a forma de animais, etc. etc. etc. Claro que, de imediato comecei a comparar com o hospital publico onde o meu filho esteve internado, salas de espera apinhadas de gente, sem assentos suficientes para todos, médicos mal encarados, auxiliares e enfermeiras enfadadas, enfim o oposto. Às tantas comento com o meu marido que aquilo sim, é um hospital decente e ele, que ainda é pior do que eu nas suas convicções, de imediato trava os meus ímpetos burgueses: que no hospital publico o que há é falta de condições, que existe a ideia enraíza de que quem lá vai não merece melhor, que os médicos e restante pessoal hospitalar acabam adoptar esse pensamento e que por não terem condições acabam por trabalhar desmotivados e que tudo não passa de uma campanha para acabar com o serviço público de saúde. Pois...

segunda-feira, 24 de março de 2008

A saga "Infecção Respiratória" continua

Na quinta feira o meu filho voltou a ficar doente, muito ranho, muita tosse e muita birra. Na sexta, já de malas prontas para o fim de semana na "minha terra" o João piora consideravelmente, pois para além da tosse, começou a respirar com mais dificuldade (agora para mim já é fácil detectar os sintomas). Desistimos da ida, com receio que a viagem e o frio que se previa para lá, viessem a piorar o seu estado. Ao longo do dia foi piorando, cada vez mais cansado, cada vez com mais tosse. Liguei à pediatra, pediu-nos para o levarmos ao hospital da Luz onde ela nessa noite estava de banco. Por volta das nove da noite lá fomos com ele às urgências, e claro que o diagnostico era o que esperávamos, infecção respiratória. Novamante aerossóis com Ventilan e Atrovent, Actifed e Celestone de 8 em 8 horas. No Sábado começou a melhorar embora a tosse à noite teime em aparecer. Hoje fomos à pediatra, aproveitámos a consulta dos 15 meses para que ele fosse novamente observado. Vamos agora iniciar uma terapeuta de prevenção durante seis meses que consiste em, através de uma máscara específica, os medicamentos serem administrados por inalação (não havendo "perdas", como acontece com os aerossóis). De resto o meu filho está "fino", elegante, de estatura média e cabeçudo. Tem permissão para comer de tudo, incluindo morangos, carne de porco, marisco (poucochinho) e outras "porcarias" que obviamente vou evitar dar-lhe. Tal como eu desconfiava, a natação foi desaconselhada, talvez para o ano. Fiquei com pena, mas paciência, com este historial de infecções respiratórias é melhor não arriscar. Já me esquecia de referir que aquela boquita está uma lástima, com uma série de dentes a nascer, e como ele se queixa, coitadinho.
Hoje não foi para a creche e amanhã também não vai, prefiro que vá para lá completamente restabelecido.

quinta-feira, 20 de março de 2008

É o país que temos

Também eu sou trabalhadora independente e também passei por isto que a Luz aqui retrata. Quando o João nasceu, o meu marido foi ao seu local de trabalho informar-se sobre a licença de paternidade e a resposta que ouviu foi a mesma. Na altura fiquei para morrer, afinal ando descontar um balburdio para quê? Trabalho para mais do que uma empresa e, ao ser trabalhadora independente, não podia deixar o meu trabalho para outro (se deixasse seria um largar definitivo). Assim, fui "obrigada" a começar a trabalhar ainda o meu filho não tinha completado 3 meses. Felizmente coincidiu com uma altura em que o meu marido estava ausente poucos dias da semana, senão teria sido muito mais complicado do aquilo foi. É este o Estado que apoia a natalidade, que é precisamente o mesmo, que no caso dos professores, apenas considera falta justificada como assistência à família, as que são dadas até as crianças terem 10 anos, isto é, considera que uma criança com 11 anos doente, pode perfeitamente ir sozinha ao médico. Acham isto normal?

É só mesmo para aliviar

Os maus pensamentos regressaram em força. Estive grávida 9 meses do meu filho, ele nasceu faz amanhã 15 meses. amo-o de uma forma incomensurável, que nenhuma palavra, frase, ou poema consegue descrever, mas sinto que até agora falhei como mãe. Já repeti inúmeras vezes, mais até do que gostaria, que sinto que algo não está bem na relação que estabeleci com ele. Não sei descrever, não sei explicar, mas é uma coisa muito sentida e muito forte. Acredito que para quem me lê, cuja maternidade está a ser de uma intensidade muito grande, seja difícil entender e que naturalmente julgue que seja fruto da minha cabeça. ou de algum estado depressivo.
Mas não é, preferia que sim, mas não é, sempre fui muito "crua" a analisar as minha obsessões ou paranóias, e no meio do caos dos pensamentos nestas alturas, tenho sempre momentos de lucidez. Isto é diferente, não é uma obsessão, é uma evidência: não estabeleci um elo forte com o meu filho, pelo menos até agora. Quando quer colo, vai ter com o pai, quando quer mimo, vai ter com o pai, quando se magoa, ou está somente cansado, procura o conforto do pai e quando está doente, é o aconchego do pai que quer. Como é que uma mãe lida com isto? Como é que uma mãe, que sabe que nos primeiros meses de vida do seu filho se sentiu perdida, muitas vezes ausente (emocionalmente), lida com isto? "Empurro a dor para o mais fundo de mim que consigo, dou todo o amor que tenho e tenho muita esperança no futuro.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Tanto para contar e tão pouca vontade de escrever. Hoje, por iniciativa do colégio, o meu filho foi dar um passeio com o pai. Parece que teve um "ataque" de "paizite" e a coisa não correu assim muito bem, destacou-se dos outros meninos pela quantidade de birras que fez.


Amanhã o meu filho completa 15 meses e faz 8 anos que me casei. Casámos, por escolha nossa, no primeiro dia da Primavera.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Está visto

Que a partir de agora tenho que ter cuidado com o que digo, pois o meu lindinho parece já entender tudo, lol. Quando lhe digo que vamos à papa, dirige-se de imediato para onde? para a cozinha, pois claro. Se lhe digo para fechar a gaveta (que ele deixou aberta), deixa o que está a fazer e vai fechar a gaveta. Ao perguntar-lhe se vamos ao banho, vai logo em direcção às escadas. Se ouve, vamos passear, é vê-lo o a correr para a porta. E agora a mais "deliciosa" e que me deixa completamente"derretida", sempre que lhe digo tem que lavar as mãos, arregaça as mangas, estica as mão e dirige-se para a casa de banho. É ou não um espectáculo este meu filho?

domingo, 16 de março de 2008

Sair ou não sair

Tenho que admitir que saimos muito pouco com o meu filho e isso começa a aborrecer-me. Nos primeiros meses de vida do meu filho as saídas eram muito complicadas, ele chorava muito e eu, um pouco fruto da minha inexperiência, inquietava-me imenso. Sem me aperceber fui reduzindo as saídas com ele, e ultimamente para além das idas ao supermercado e claro, as visitas aos avós (infelizmente muito esporádicas), pouco mais temos passeado com ele. Acreditem que nunca fomos a um restaurante com ele, as idas a um café são muito raras, e claro que isso resulta num dia à dia rotineiro e entediante para todos. Agora apercebo-me que nos é dificil gerir as saídas com ele, não sabemos como encaixar as sestas, por exemplo, ou os horários das refeições. Isto tudo vem a propósito de hoje termos decidido ir com o meu filhote até ao Parque das Nações, sesta feita, lanche tomado, tempo agradável aí fomos nós. Resultado: filho feliz, muito feliz, mãe e pai felizes também. A repetir, sem dúvida.


Adenda: o parque das nações estava ao rubro com o concerto do famoso cançeonetista Tony Carreira. Há fenómenos que me custa um pouco entender...

quinta-feira, 13 de março de 2008

Gostava

Que esta sensação se eternizasse no tempo. Sinto-me estranhamente serena, o trabalho está quase em dia, o meu filho não está doente (isto foi dito muito baixinho), temos passado uns bons momentos só os dois e cheira a Primavera.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Brincadeiras do meu filho

Está mais que visto que ele gosta de me "provocar". Sempre que lhe digo "João vem à mamã", dá dois passos na minha direcção, de repente dá meia volta e desata a fugir. Lá vou eu atrás dele. Ultimamente arranjou outros divertimentos, tira-me um chinelo do pé, foge com ele e atira-o pelas escadas. Lá vou eu atrás dele (em "pé coxinho", posição que o faz rir às gargalhadas). Agora descobriu o gancho que uso no cabelo, arranca-mo (dói sim senhora) e foge com ele. Lá vou eu atrás dele. Sempre que lhe digo "João, não ponhas na boca", ele claro que põe na boca, levanta o queixo e exibe-se para mim como quem diz, "ó pa mim com isto na boca" e claro, desata a fugir. Lá vou eu atrás dele. A única coisa que me apetece fazer nestes momentos, é... enche-lo de beijos, e é o que faço.

Alimentos que o meu filho come bem

Arroz, pêras, arroz, bananas, arroz, bolachas e... arroz.

segunda-feira, 10 de março de 2008

O Essencial e o Acessório

O governo está com sorte, demitiu-se o treinador do Benfica. Foi pena não ter sido no sábado, a manif dos professores teria passado despercebida. Há dias em que não tenho paciência para este país.

domingo, 9 de março de 2008

Está explicado

O porquê das ultimas noites terem sido mais atribuladas: nasceu mais um dente, o molar do maxilar superior. Eu à espera dos incisivos laterais inferiores e afinal vem um molar!! Não percebo nada disto.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Celebrar a Vida

Hoje faço anos, 37 mais concretamente. Não escondo que nunca gostei de fazer anos, ou de acumular anos. Não festejo este dia, gosto que ele passe depressa e discreto. Não me perguntem porquê, pois não sei responder.
Há anos em que este é um dia normal, há outros em que me fecho na minha concha, e choro pelo que tenho e pelo o que não tenho. Não lido bem com o passar dos anos, costumo dizer que o problema da velhice é continuar-se com os sonhos, com a esperança, com a vontade de fazer coisas, tal como se tinha aos 20, mas depois o corpo ou o físico não correspondem. Acredito que há mesmo uma idade para tudo e que sem dúvida há coisas que, nesta vida, não vou poder fazer. É uma visão pessimista, eu sei...

Não faço balanços, para quê? Não faço planos, nunca gostei de planear nada na minha vida, ando ao sabor do vento e depois logo se vê.

E hoje como é que estou? Reparo que me aproximo rapidamente dos "enta" e isso assusta-me. Não estou triste, nem estou feliz. Vou passar o dia sozinha. Se calhar vou trabalhar. Devo receber no máximo, dois telefonemas de amigas (é pouco, eu sei).

Há poucos dias a minha querida manhâ de inveno, deixou-me num comentário, que no aniversário se deve celebrar a vida. Fiquei a pensar no assunto, acreditam que nestes 37 anos nunca tinha pensado assim?. Já decidi, vou buscar o meu filho mais cedo e vou com ele celebrar a minha vida.

Adenda: em jeito de brincadeira a foto fica só durante a noite.
Adenda 1: estive sem net por isso só agora é que consegui tirar a foto, é para não me "armar" em engraçadinha. Obrigado a todas.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Preguiça

Hoje estou por casa a adiantar trabalho que se tem acumulado. Estou em frente ao computador desde as 9h30 e ainda não terminei um único trabalho. Acabo uma frase e logo de seguida vou visitar um blog. Retomo o trabalho, suspiro...já agora vou comentar. Regresso ao documento, escrevo mais uma frase e ... vou visitar outro blog. Quer-me parecer que vou ter que desligar o modem.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Recaída

Hoje fomos os dois buscá-lo ao infantário, mal nos viu foi a correr para os braços do pai. Nada de novo, acontece sempre quando vamos os dois. No percurso até ao carro o pai quis passá-lo para o meu colo, recusou, virou as costas e chorou em protesto. Não reagi bem, entristeci, chorei... "Rejeitou-me" o resto da noite, evitou olhar para mim e quando o fez foi a medo, de soslaio, sempre quando eu não estava a olhar para ele. O pai acha que ele percebeu a minha tristeza e que, se calhar, se sentiu rejeitado por mim. Eu, apenas gostava de um dia deixar aqui um post a queixar-me daquilo que tanto por aqui vou lendo, mas que eu desconheço: " mãezite aguda".

Adenda: há dias que sinto vergonha de algumas coisas que por aqui escrevo.

domingo, 2 de março de 2008

Mais um

Fim de semana de sol, passado em casa. Isto porque o meu lindinho está, desde sexta feira, com uns episódios de febre. Não tem mais sintomas (aparentemente), come bem, continua bem disposto (birrento, claro), activo e sem tosse. Não fosse a maioria dos pediatras afirmarem que o nascimento dos dentes não dá febre, eu diria que os pontinhos brancos que lhe vejo são os grandes responsáveis.
Agora tenho uma dúvida a colocar às mamãs que têm os filhos nos infantários, é costume os meninos da sala de um ano, estarem na sala dos de dois? No infantário do meu filho, até ás 9 horas eles estão todos juntos, assim como a partir das 17h30. E eu por vezes questiono-me se tal não fará com que os mais novos contraiam mais doenças.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

O que vale é que é sexta feira

Os meus dias passam todos iguais, com muito trabalho e pouco lazer. Passo o tempo numa corrida desenfreada para cumprir horários e concluir trabalhos que estão em atraso. E para quê? para pagar contas e mais contas, a mensalidade do infantário, a prestação da casa, a do carro, etc, etc. Dou-me conta que nesta altura estou, como nunca quis estar: a trabalhar para pagar contas. Aproxima-se o meu aniversário e como sempre fico assim: tremendamente negativa em relação a tudo.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Há coisas que me irritam mesmo

Hoje ouvi o seguinte: " Não passo recibo, se passar cobro 30 euros, não passando cobro 15, prefiro ajudar as pessoas que ajudar o estado." Hello, mas afinal o estado não somos todos nós?

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Asfixia

Com a caneta na mão, debruçada sobre um papel em branco, chorava de desespero. Tinha voltado a acontecer... Inexplicavelmente, tudo o que tinha para escrever desaparecia da sua cabeça, não recordava sequer uma palavra. Sempre fora assim, longas histórias, livros inteiros, palavras a rimar, belas metáforas e nem um registo. O mesmo se passava quando tentava contar, abria a boca e .... nada. Tudo se resumia ao pensamento, como se algo a impedisse de partilhar o que a sua imaginação criava. Teme um dia asfixiar, que o seu corpo não suporte tantas palavras e comece lentamente a sufocar.... Pousou a caneta, encostou a cabeça sobre mesa, fechou os olhos e fez um poema....

Adenda: post escrito no dia 21 de Outubro de 2003 num blog que criei na altura (constituído por 3 posts, lol), cujas senhas de acesso não me recordo.